No início do atual conflito isso não estava claro. A mesma comparação vale para o Canal de Suez no Mar Vermelho no Egito, próximo àquela região e também importante para o fluxo de petróleo.
Só que ao invés de uma passagem entre o norte e o sul da América ou entre os oceanos Pacífico e Atlântico, o Estreito fica naquela região estratégica, entre o Leste (Oriente) e Oeste (Ocidente) do mundo.
Hoje, se tem clareza como esse fluxo tem relação com os petrodólares e todo o mercado financeiro globalizado, para além do custo do barril de petróleo e dos seus derivados.
E tem mais: uma cobrança de pedágio que não prescinde de uma grande e cara obra de engenharia como foi no caso do Canal do Panamá com um porto em cada lado.
Não é controle de fluxo só de energia móvel como petróleo e seus derivados, mas também de dados estratégicos dos países do Golfo com os cabos submarinos que os interligam às nações do Oriente e do Ocidente e que passa pelo Golfo Pérsico.
PS.: Ao lado e abaixo um mapa do Estreito de Hormuz e outro mapa que mostra os cabos submarinos que passam por aquela região.
PS.: Postagem original no perfil do FB deste autor em 26 de março de 2026.


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