sexta-feira, julho 06, 2007

Depois de ajudar a infomar, o blog esclarece

Vejo hoje nos jornais, informações sobre o processo divulgado em nota aqui do dia 2 de julho com o título “Ajudando a informar”. Este blog disse na nota anterior, mas julga que não custa repetir:

"O blog não tem como emitir opinião sobre o caso, de uma desapropriação que gerou uma ação há trinta anos atrás, mas fica cada vez mais impressionado, como tudo que se relaciona ao nosso município custa sempre muito dinheiro. Parece mesmo a maldição do mineral petróleo onde o dinheiro que entra fácil parece sair, cada vez com mais facilidade”.

”Este blog volta a dizer, com todo o respeito que o judiciário merece, que esta nota não tem a intenção de fazer juízo de valor, sobre a decisão prolatada pelo iminente juiz, mas, de se preocupar sobre os valores, que no dia-a-dia a prefeitura local despende tanto em obras com valores absurdos, quanto em outros gastos, como estes gerados por decisões judiciais.”

Este blogueiro conhece o engenheiro Sérgio Mansur que é, quem passou a falar, em nome de uma das partes do processo. Tem enorme respeito profissional pelo mesmo, inclusive por ter compartilhado o ambiente de trabalhado, antes de sua aposentadoria no Cefet Campos. O blog não tem nenhum indício de qualquer coisa que seja, em relação ao processo, que inclusive não conhece, mas como já foi dito na nota anterior, tudo isso não invalida o questionamento que mantém, em relação aos altos valores em tudo que se relaciona atualmente, ao poder público municipal.

O blog entende também, que na verdade, cabe as autoridades municipais explicar melhor a situação, não só porque se pronunciaram no processo, que redundou no “acordo”, como especialmente, porque trata-se, de dinheiro público. A outra parte simplesmente, fez um acordo como pessoa física ou jurídica, mas com direitos de defender seus interesses.

Fraldas: o mais correto investimento

O blog não precisava, mas vai repetir, que mesmo como muitos pontos a serem corrigidos (priorizar o pequeno empreendimento, deixar de ser balcão para ser indutor de cadeias produtivas e não de investimentos isolados, ter equipe técnica para avaliar o projeto sob o ponto de vista da segurança e saúde do trabalhador e meio ambiente, etc.) o Fundecam é um dos poucos bons investimentos que o município faz com o dinheiro dos royalties.

Este blog também sempre diz que é bom não esquecer, que quando acabar o petróleo, mesmo com bons investimentos, não haverá como substituir tão considerável receita. Porém, tudo acima é preâmbulo para dizer que talvez, o anúncio feito ontem, do lançamento da pedra fundamental, na nossa Baixada Campista tenha sido, até aqui o mais acertado de todos. R$ 34 milhões para fazer fraldas. Há que se fazer muita m. para garantir o consumo delas. Acho que isso não será problema, não?

Só amanhã

A pergunta que deve ser feita é: da onde este blog tirou, que o dia sete, do mês sete, do ano dois mil e sete seria, uma sexta-feira e não o sábado? Poderia colocar a culpa em algum misticismo incubado, mas é melhor assumir mais um erro. De qualquer forma é bom lembrar, que sábado é que é o sétimo dia da criação do mundo... sendo assim, o blog não saberia recomendar se o negócio é ter cuidado ou deixar para lá... A decisão é sua, mas de qualquer forma não pinte o sete antes da hora!

A guerra dos supermercados em Campos

A disputa que a rede de supermercado local, SuperBom, ganhou do capixaba Roncetti e da carioca Sendas promete novos rounds. Enquanto é anunciado que a rede americana Wall-Mart se instalará na cidade, nas terras da usina do Queimado, em frente ao Shopping-estrada, o SuperBom contra-ataca com uma mudança de estratégia.

Ao invés da construção de uma loja ampla, no terreno recentemente adquirido da antiga concessionária da Volkswagem, a Vasa, na avenida Nilo Peçanha, a rede local vai para a nova disputa por espaços do varejo de alimentos e supermercado, usando o espaço da estrada do contorno, ao lado do Parque Rodoviário que já foi ocupado pelos seus concorrentes que venceu, o Roncetti e o Sendas.

Há gente que acredita em misticismos, que diz que naquele espaço há uma cabeça de burro enterrada, que atrapalha os negócios dos seus ocupantes. Outros dizem que isso é bobagem, que os novos empreendimentos imobiliários do local aliados, a alguns projetos públicos ainda não divulgados, tornarão aquela região, ainda mais atrativa. A conferir!

quinta-feira, julho 05, 2007

Etanol: a verdade do norte fluminense!!

O Advogado, psicopedagogo, terapeuta, industriário, blogueiro e articulista deste blog, Luiz Felipe Muniz de Souza acaba de mandar uma reflexão de sua autoria sobre a política para o etanol em nossa região.
"Etanol: a verdade do norte fluminense!!" "Graças a um jovem e promissor jornalista do “O Dia” – Diogo Amaral – e os fabulosos avanços da informática, eu fui provocado a tempo para assistir ao Seminário: ETANOL DO NORTE FLUMINENSE AO MERCADO GLOBAL – já havia me esquecido – no último dia 26/06/07. Acabei assistindo na íntegra pela internet, que maravilha! Acredito que a realidade dos avanços tecnológicos na área da informação e comunicação está promovendo uma revolução mais real do que muitos de nós poderíamos supor. Tudo parece avançar numa dinâmica incomum para os olhos dos “fluminenses” mais ao norte. Este seminário, na minha humilde opinião, foi um divisor de águas! A simultaneidade entre o CEFET (Campos dos Goytacazes) e o EDISE (Petrobrás/RJ) numa transmissão em tempo real, com a participação de lideranças de classes e governamentais (nacionais e regionais), sobre os detalhes e desafios burocráticos, técnicos e administrativos da indústria e da lavoura canavieira no Brasil e em particular no Norte-Fluminense, trouxe para todos uma nítida luz e uma atualíssima visão do drama vivido por aqui..." Se desejar ler o artigo na íntegra que acabo de publicar na seção “Articulistas deste blog” clique aqui.

7 do mês sete, do ano 2007

Os místicos não acreditam que a coincidência propicie um dia como outro qualquer: sexta-feira, dia sete, do mês sete, do ano dois e sete.
Boa sorte!

Flip em Parati

Para quem não teve e não terá condições de ir até Parati para participar da Flip poderá para acompanhar alguns dos eventos que lá acontece aqui no blog do caderno de Literatura "Prosa & versos" do jornal O Globo.
PS.: Foto do blog Prosa Online.

A vaca foi pro brejo...

Do Pablo do A Charge Online.

Mais um blog da região

Este blog vive incentivando pessoas, grupo de pessoas e instituições a se lançaram no espaço da blogosfera. Toda vez que vê o lançamento de um blog na região divulga, comemora e torce para que ele se estabeleça, crie um público e se multiplique numa rede que traga novas opiniões e um debate acerca de problemas e interesses que embora, muitas vezes particulares, têm interseção uns com os outros. Por e-mail recebi hoje o aviso do blog "Animadores Culturais do Norte Fluminense". Ainda em fase inicial, já há por lá, um debate sobre o fim desta carreira, na escola pública do nosso estado. Sucesso para o blog e força para seus organizadores. Leia-o aqui.

Nada de educativo

Há um bochicho nos bastidores de que a entidade mantenedora da rádio Educativa já solicitou de volta, o horário nobre matutino entre sete e nove horas da manhã. O motivo é a certeza de que a permanência no ar deste programa, que faz exatamente o contrário do que é educar, gera um risco enorme de perda da concessão e, ao mesmo tempo, um descrédito para a instituição de ensino, que não nada em dinheiro, mas que tem história e sempre teve garra para fazer um trabalho independente. A dupla de piratas já teria feito oferta para nova compra de horário a duas diferentes rádios FMs locais. Consta que o valor da oferta estaria subindo porque estas emissoras estariam resistindo ao tipo de programa que fazem.

E o Sr. Nenê da Gol?

O senador foi pego no contrapé e acabou pulando fora, mas o empresário ninguém quer ouvir. O empresário da Construtora Gautama, Zuleido Veras está sendo investigado porque tem relações com governos e usou delas para fazer maracutaias. Sr. Nenê é empresário que explora concessão de transportes públicos em Brasília e seu filho, como herdeiro é concessionário de transportes aéreos no país. Por quê, o senador e ex-governador é processado – merecidamente – e o empresário fica, não só impune, mas sequer é provocado pela mídia? Essa mídia do nosso país é mesmo uma brincadeira. Não há corrupção de um único lado. Se há corrupto, há também corruptor e ambos são réus ou não?

quarta-feira, julho 04, 2007

Royalties: novo boletim no ar

Acaba de sair mais um número, o dezesseis da publicação Boletim "Petróleo, Royalties & Região". Esta edição traz um exercício sobre o impacto da inclusão de Angra dos Reis no recebimento de royalties como município produtor.

O que menos perde é Campos (0,1%) e os que mais perdem, como este blog já havia antecipado, são aqueles da nossa região, que recebem royalties como municípios limítrofes. Eles perderão 22%. Enquanto Angra dos Reis sai de R$ 2,5 para R$ 5,5 milhões por mês.

Veja a tabela abaixo de forma mais nítida clicando sobre ela. Porém, mas não deixe de ler o boletim na íntegra com outros assuntos interessantes aqui.

Cega como pirata

Essa de hoje é do M. Borges do A Charge On Line.
Muito boa!

Mar de lama & concurso virtual

O amigo, médico e poeta Dr. Luis Mussa Tavares comentou em nota abaixo e este blogueiro gostou tanto que resolveu trazer para cá, a sugestão de fazermos um “concurso virtual” apontando 10 (dez) sugestões para melhor aplicação dos recursos dos royalties. Os leitores que quiserem participar podem fazê-lo no espaço dos comentários desta nota. Além disso, ele fez comentários sobre o blog e a atual situação de nosso município que este blogueiro também resolveu trazer para este espaço, incluídos, logicamente, os versos de um poema triste que mostra que a situação já vem de longa data e pelo visto prolonga-se e amplia-se. Não deixe de ler: "Meu caro amigo Roberto, Parabenizando por este verdadeiro "governo paralelo virtual" que este blog representa em nossa região, quando problemas, soluções e apontamento de indícios malcheirosos de utilização da verba pública são diariamente postados e com qualidade responsável, aproveito a oportunidade para sugerir a realização do concurso virtual propondo 10 caminhos que o povo mais deseja ver como merecedores da aplicação milionária dos royalties do petróleo." "Tenho minha lista pronta. Se o concurso não sair, te mando em off. O prêmio para o vencedor é a própria participação e uma cidade onde o orgulho de se viver e de dizer sobre ela não morra sufocado por um mar de lama, como registrado nesse poema antigo que escrevi: Você quer conhecer um Mar de Lama? Seja bem vindo à minha cidade... Mas não se assuste com a imensa gama De baixaria e de leviandade... Das peripécias da Primeira Dama Aos equívocos da Municipalidade, Parece que a loucura criou fama E recebeu, aqui, vitalidade... Quer conhecer? A estupidez te chama. Nada se perde aqui. Tudo se trama: É uma questão de criatividade. Aqui é um ninho de ratazana Por isso a minha gente não se engana: Aqui é um Mar de Lama de verdade... Ou nesse: O funcionário, face impublicável, Não sabe se ri, se chora ou se reclama, Sentindo-se completamente dispensável No meio desse imenso mar de lama... Grande abraço do amigo Luis."

Transporte ferroviário

Ninguém mais ouve falar da ligação de trem de passageiros, entre Macaé e Campos, que foi aventada, como alternativa, para o grande fluxo de passageiros entre estas duas cidades. Há gente no Cefet pensando em fazer um estudo, da redução do impacto ambiental que tal medida traria. Talvez até se estude, a ligação até Itaboraí, sede do futuro Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro. Como se sabe, na capital há estudos de um ramal, de metrô ou trem de superfície que faria a ligação até Itaboraí. O transporte ferroviário, assim como o etanol, está se transformando na bola da vez, como alternativa para transportes de passageiros e cargas entre regiões com grande atividade econômica ou com forte potencial turístico. Enquanto poderíamos estar pensando projetos sérios e estratégicos os assessores do prefeito fazem chantagem e outros...

terça-feira, julho 03, 2007

O povo quer saber- IV

Por quê sempre as mesmas?

Ninguém discute a necessidade da construção urgente das perimetrais em nossa cidade. Entre elas está, a ligação da BR-101, na altura do trevo do índio até a Uenf passando pelo Parque Aurora, Alphaville, Turfe, cruzando a avenida 28 de março e chegando ao pórtico em frente à principal entrada da Uenf na avenida Alberto Lamego.

O problema não é a obra, mas sim, mais uma vez, o seu preço. Neste caso específico, há que se analisar o surgimento da figura dos consórcios de empresas que disputam estes contratos. A solução que parece boa para as empresas, o blog não sabe, se também o é, para os munícipes. As empresas que se juntam nestes consórcios, dificilmente ficam de fora das “boas obras”. Parece que as pequenas construtoras se satisfazem com as sub-contratações, o que pode ajudar a explicar, o alto preço das mesmas.

A primeira etapa desta obra está custando R$ 24 milhões ao município e está sendo executada, pelo mesmo consórcio que acabou ficando com a segunda etapa, depois de deixar para trás uma empresa de fora da região que teria, oferecido preço menor, mas não teria entregado as documentações exigidas.

No total a sociedade estará pagando R$ 78 milhões, por esta infra-estrutura, para a qual o blog deve lembrar que boa parte dela já está construída e será apenas ampliada. É lógico que uma análise mais detalhada dos custos do projeto deve ser feito, mas grosso modo, mesmo considerando os parâmetros exagerados que as obras locais têm, este valor parece absurdo não? Com a palavra os leitores do blog que conhecem construção civil e/ou gestão pública.

PS.: 1) Abaixo a placa da primeira etapa da obra e a homologação da segunda etapa de R$ 54 milhões publicada no jornal Monitor Campista de hoje.
2) Oportuno lembrar que este consórcio é o mesmo que hoje executa as obras de construção de 300 casas populares na área aos fundos do HGG (Hospital Geral de Guarus).
3) Para ver as imagens em tamanho maior clique sobre elas.

Conferência Municipal de Assitência Social

Será que anda tudo bem nesta área? Participe!

PS.: Para ver em tamanho maior clique sobre o convite.

Fórum de Ciência & Tecnologia

A Secretaria de Ciência e Tecnologia e pelo Instituto Macaé de Metrologia e Tecnologia realizará no dia 04 de julho, ás 18h30, no auditório do Sesi o V Fórum de Ciência e Tecnologia. O evento abordará como tema central a questão da produção de álcool através das pequenas propriedades rurais.

Também será apresentado um projeto piloto de produção de biodiesel e será fechada com uma palestra do Sebrae sobre inovação em micro e pequenas empresas do segmento de óleo e gás. Veja ao lado o convite com a programação completa. É como este blog vem dizendo: muito dos problemas de Campos, Macaé também vive, mas, por lá algo caminha.


PS.: Se desejar ver o convite em tamanho maio clique sobre ele.

O povo quer saber – III

Esta continua sem explicação: apartamentos da CEF em convênio com a própria prefeitura, na Penha com sala, dois quartos, cozinha e banheiro numa área de 34 m² em condomínios com infra-estrutura de um bairro, com área para churrasqueira, parque para crianças e estacionamento estão sendo construídos, pelo preço final de: R$ 31 mil.
A obra está sendo executada pela Edifica Engenharia e consiste na construção de 496 apartamentos, divididos em 31 blocos. Cada bloco tem quatro andares e cada andar conta com quatro apartamentos, totalizando 16 apartamentos por bloco.
Enquanto isso, 228 apartamentos previstos em 19 blocos com 12 unidades cada um, no condomínio chamado de Residencial Matadouro que está sendo construído pela Construsan Serviços Industriais Ltda. em contrato de inexigibilidade com a PMCG, teve um custo total de R$ 21.600.000,00 que perfaz um custo unitário médio para a municipalidade em torno dos R$ 90 mil. É oportuno que tal façanha seja explicada e comunicada à opinião pública.

Além disso, o povo continua queremdo saber onde estão sendo colocados os R$ 16,8 milhões da secretaria de Comunicação. Aqueles que souberem dizer alguma coisa, por favor, remetam as informações.

segunda-feira, julho 02, 2007

Concertar ou consertar?

Confesso que não fiz por maldade. Foi mesmo um erro. Um erro daqueles que a gente vacila, não faz a revisão antes de postar, daí que... errei e assumo. Estou falando da nota “A reforma da Orla I” abaixo. Quando falei do preço exagerado da obra e de que ela consistia, apenas na troca de luminárias, na substituição do piso de cimento pelos blocos intertravados próximo à ponte Saturnino de Brito na Lapa e de “concertar” os buracos de pedra portuguesa junto ao terminal urbano, juro, repito: juro, que não tinha nenhuma maldade guardada ou segunda intenção. Garanto ter sido um erro. Aliás, um erro lamentável. Repudiarei qualquer interpretação de que este blogueiro tenha deixado daquela forma, para de maneira subliminar, passar a idéia de que poderia ter havido um “concerto” (acordo, ajuste, pacto) entre quem quer que seja. Assumo publicamente com esta nova nota o erro e agradeço ao parceiro deste blog e sempre atento, Fabiano Seixas que por e-mail, chamou a atenção do blogueiro.

O caolho da cidade

Trocando o tapa-olhos de posição
N
ão são poucas as trocas de lado em nossa cidade. Não é só na política. A força que leva os rios a correrem para o mar, também tem levado empresários, médicos, radialistas e jornalistas a também, paulatinamente mudarem de lado.

No caso da mídia isto não é nenhuma novidade. A luz que atrai as mariposas também atrai gente comum ou quase. Interessante é observar como cada um muda de roupa. O abandono ao antigo “amo” e a veneração ao novo “amo” às vezes é gradual e em outras repentinas.

A psicologia, ou a psicanálise - com ou sem regressão de memória – deve ajudar a explicar a defesa do preço da água mineral e o ataque ao preço de uma quentinha cobrada à Casa de Custódia, durante oito anos por R$ 15,00.

Diante disso e de outras evidências, este blog conclui, que piratas nunca deixam de sê-lo. Apenas trocam o lado do tapa-olhos, conforme a posição do tesouro nas embarcações dos municípios produtores. Em terra deste tipo de gente, melhor seria ter nascido cego!

Ajudando a divulgar

Os amigos deste blog andam monitorando diversas ações do poder público local. Tanto aquelas que são publicadas no Diário Oficial – uma minoria de ações e decisões – quanto as demais. Neste acompanhamento, o blog recebeu o “Edital para Ciência de Terceiros” e está aqui apenas auxiliando na divulgação determinada por lei. Está lá, na edição, da última sexta-feira, dia 29 de junho de 2007, do Monitor Campista:

“O Tribunal de Justiça do estado do Rio de Janeiro, através do Cartório da 4ª Vara Cível da Comarca de Campos dos Goytacazes... com o prazo de dez dias virem ou dele conhecimento tiverem e interessar possa.... tramitam os autos da Ação de Desapropriação de n° 1977.014.000104-0, movida pelo município de Campos dos Goytacazes em face do espólio de Farid Uébe Barria Mansur Uébe, PROLAR S.A. e Evandro Lima. Assim pelo presente edital para CIENTIFICAR os interessados , nos termos do Decreto-Lei n° 3365/41, art. 34, de que foi homologado acordo celebrado entre as partes “Município de Campos dos Goytacazes”e “PROLAR S.A.” ficando a indenização a ser paga pelo Município de Campos dos Goytacazes fixada em R$ 23.000.000,00 (vinte três milhões de reais), valor que será liberado à Prolar S.A. ressalvada a quantia de R$ 1.050.000,00 (hum milhão e cinqüenta mil reais) reservada à Geny Uébe Mansur...”

O blog não tem como emitir opinião sobre o caso, de uma desapropriação que gerou uma ação há trinta anos atrás, mas fica cada vez mais impressionado, como tudo que se relaciona ao nosso município custa sempre muito dinheiro. Parece mesmo a maldição do mineral petróleo onde o dinheiro que entra fácil parece sair, cada vez com mais facilidade.

Este blog volta a dizer, com todo o respeito que o judiciário merece, que esta nota não tem a intenção de fazer juízo de valor, sobre a decisão prolatada pelo iminente juiz, mas, de se preocupar sobre os valores, que no dia-a-dia a prefeitura local despende tanto em obras com valores absurdos, quanto em outros gastos, como estes gerados por decisões judiciais.

O blog fica a imaginar como será, no dia que não tivermos mais os royalties (daqui a trinta anos – semelhante à da ação citada) a quantidade de ações que poderão inviabilizar o poder público, que provavelmente já estará vivendo a mínguas? Quem responderá por isso? O blog sugere que a mídia local possa se interessar sobre a questão, afinal um acordo judicial com valor quase igual ao orçamento anual de uma prefeitura vizinha, sem os royalties, não é um fato, corriqueiro, normal.
PS.: Se você desejar ler o edital diretamente no Diário Oficial clique sobre a imagem acima.

O Engenhão pode ser do Mengão

O jornalista, Aydano André Motta, contou no blog do Ancelmo, sua viagem para ver a inauguração do estádio Olímpico, no Engenho de Dentro. Com bonitas fotos e o papo de carioca original, ele também descobriu coisas sobre o seu Flamengo ao dizer: “O Engenhão desperta a cobiça de mais gente. O presidente do Flamengo, Márcio Braga, fez o teste completo do novo estádio, com direito à viagem de trem subúrbio adentro. Adorou. Antes do jogo começar, já estava com as regras da concorrência debaixo do braço. "Vamos estudar com carinho", prometeu, no corredor dos camarotes.” “O Flamengo estuda outra opção. Enquanto Fluminense e Botafogo disputam o controle do Engenhão, o rubro-negro ensaia candidatar-se ao arrendamento do... Maracanã. Um cartola revelou que a idéia ganha força no clube, onde a mania de grandeza faz crer que a "nação rubro-negra" só cabe no maior estádio disponível.” Para mim isto já é provocação com o Botafogo que merece a fase que está tão bem curtindo, para o bem, do futebol em nosso estado. Desejo como o poetinha, que esta fase não seja imortal, posto que é chama (Fogão), mas, que possa ser infinito enquanto dure... Veja aqui a matéria completa.

domingo, julho 01, 2007

Gol contra

No Brasil é costume, a cada escândalo, se falar mais mal dos corruptos que dos corruptores. No caso do Roriz então é mais que perceptível, a forma como a mídia vem escondendo Sr. Nenê da Gol. Como professor durante um bom tempo usei em minhas aulas, uma entrevista da jornalista Thaís Oyama, feita em setembro de 2000, para revista Veja, com o Constantino de Oliveira, Sr. Nenê. O tema da aula em que usava o texto de quatro páginas como detonador do assunto era: “a ética nos negócios”. O texto tem filigranas interessantíssimas. Na época, a Gol Linhas Aéreas S.A. ainda era um projeto do dono de uma frota de 6.000 ônibus, empregava 24.000 funcionários, transportava 1,2 milhão de passageiros por dia e comprava 9 milhões de litros de combustível por mês. A reportagem começava dizendo: “Ele é um self-made man. Mas, se alguém chamá-lo disso não vai entender”. Prosseguia: “Aos 18 anos, adquiriu o primeiro caminhão, com seu nome pintado na boléia e um ditado enigmático no pára-choque: “Da vida só levarei ela”. Hoje já com 76 anos e com a disposição de continuar a ganhar dinheiro, provavelmente Sr. Nenê tenha mudado a maneira de pensar que possuía à época. No entanto, as passagens mais interessantes desta sua entrevista é uma em que ele diz como descobriu o nicho de mercado do transporte de passageiros: “Eu tinha um Chevrolet ano 49 e fazia frete para São Paulo e para o Rio de Janeiro. Carregava, madeira, gasolina, cebola. Uma vez, peguei uma carga de manteiga para levar para o Recife. Cheguei lá e depois de trinta dias e falei para o chapa (empregado contratado para descarregar o caminhão): “O que eu levo para o Sul?” Aí, o chapa disse para levar pau-de-arara. Eu perguntei o que era isso. Ele falou: “Uai, é gente. Põe aí umas tábuas no caminhão e escreve no pára-brisa: Rio-São Paulo”. À noite, o caminhão estava lotado. O povo chegava com o dinheirinho no bolso e já me dava na hora. Eu passei a pensar: passageiro é melhor que carga, porque ele entra e sai sem eu pôr a mão nele. Achei a coisa melhor do mundo”. É provável que o fato acima tenha acontecido um pouco antes do presidente Lula, junto com a mãe e alguns irmãos usar o mesmo meio de transporte para chegar até São Paulo. Outro ponto da matéria mostrava a forma de Sr. Nenê se relacionar com os políticos: “Nenê Constantino credita seu sucesso a Deus e muita persistência no trabalho. Um certo jeitinho mineiro também ajudou, como se vê nesta entrevista, primeira que o empresário deu em sua vida: Veja: Patrocínio a sua cidade natal possui três candidatos a prefeito. O senhor está apoiando algum? Nenê – ih, minha filha, eu apoio é todos. Eu vou até lá no final deste mês que é para apoiar eles todos. Veja: São concorrentes, adversários políticos. Nenê: Mas é que é cada um melhor que outro! Se eu pudesse, votava nos três. Como não posso, vou votar em um, falar para a Áurea votar no outro e um dos meus filhos vota no que sobrou”. Não preciso dizer para o leitor deste blog, o sucesso, o debate e a discussão que tal matéria provocava em sala-de-aula. Depois que a Gol surgiu então, a curiosidade sobre a história de vida do Sr. Nenê e a forma como conduzia os negócios faziam os alunos se dividirem quase sempre, meio a meio, em relação a uma pergunta final que eu gostava de fazer: se eles julgavam viável criar um negócio e crescer sendo ético e cumprindo suas obrigações com trabalhadores, fornecedores, clientes e com os impostos governamentais? Por tudo isso, não resisti à tentação de trazer para este blog os trechos desta matéria da revista Veja e partir deles, proponho que você se pergunte: por quê será que a mídia, até agora, não se interessou em tratar deste personagem?

A reforma da Orla I

A curva da Lapa onde, o Ururau se contorce para não ver o preço de R$ 1,780 milhão pelo qual foi contratada uma empreiteira para colocar este piso intertravado próximo à ponte da Lapa acompanhada desta luminária (modernosa?) e concertar os buracos de pedra portuguesas no trecho do terminal até a ponte de ferro.



Atualizado 02-07-07 - 23:07:
Concertar ou consertar?
Confesso que não fiz por maldade foi erro mesmo. daqueles que a gente vacila, não faz a revisão antes de postar daí que... errei e assumo. Estou falando da nota “A reforma da Orla I” abaixo.

Quando falei do preço exagerado da obra e de que ela consistia, apenas na troca de luminárias, na substituição do piso de cimento pelos blocos intertravados próximo à ponte Saturnino de Brito na Lapa e de “concertar” os buracos de pedra portuguesa junto ao terminal urbano, juro, repito: juro, que não tinha nenhuma maldade guardada ou segunda intenção. Garanto ter sido um erro.Aliás, um erro lamentável.

Repudiarei qualquer interpretação de que este blogueiro tenha deixado daquela forma, para de maneira subliminar, passar a idéia de que poderia ter havido um “concerto” (acordo, ajuste, pacto) entre quem quer que seja. Assumo publicamente com esta nova nota o erro e agradeço ao parceiro deste blog e sempre atento, Fabiano Seixas que por e-mail, chamou a atenção do blogueiro.

Gabarito seleção Uned-Guarus do CefetCampos

Prova realizada hoje pela manhã. A coordenação do concurso acaba de divulgar o gabarito das provas de seleção e ingresso, para os cursos técnicos de Enfermagem e Farmácia da área de Saúde, da Unidade de Ensino Descentralizada (Uned0) do Cefet Campos em Guarus.

Outra esportiva lembrando a violência...

Essa é do Casso do Diário do Pará
e do A Charge On Line.

Entalado

A Charge do Humberto do Jornal do Commercio
de Recife e do A Charge On Line.

Lá se foi o primeiro semestre

1 de julho! Entramos hoje, na segunda metade do ano! Em diversos países do mundo – acho que maioria, apenas acho – hoje está iniciando um novo ano fiscal. Há diversas vantagens em começar o ano em 1 de julho e encerrar em 30 de junho, do que seguir, como fazemos no Brasil, entre 1 de janeiro e 31 de dezembro. A coincidência do reveillon com o encerramento do ano fiscal provoca dificuldades, para empresas e gestores públicos, que são obrigados a se desdobrarem e, muitas vezes trabalham mal, para cumprir as formalidades do fechamento de balanços, caixas, licitações, inscrição em restos pagar, etc. No Brasil alguém já imaginou esta mudança, porém, a maior dificuldade para esta mudança seria o fato de se ter que registrar um meio ano ou ano e meio de contabilidade, par depois passar a fazer isto no novo calendário fiscal. Isto mexeria, não só com empresas e governos, mas também as pessoas físicas que passariam a pagar o seu imposto de Renda referente a calendários do tipo 2007/2008 e não mais 2007 e 2008.

Tim não queria dinheiro...

Enquanto isso por aqui, não querem outra coisa!