67 anos, professor titular "sênior" do IFF (ex-CEFET-Campos, RJ) e engenheiro. Pesquisador atuante nos temas: Capitalismo de Plataformas; Espaço-Economia e Financeirização no Capitalismo Contemporâneo; Circuito Econômico Petróleo-Porto; Geopolítica da Energia. Membro da Rede Latinoamericana de Investigadores em Espaço-Economia: Geografia Econômica e Economia Política (ReLAEE). Espaço para apresentar e debater questões e opiniões sobre política e economia. Blog criado em 10 agosto de 2004.
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Boi ensopado na avenida...
Desfile em Campos volta às 00:53
Problemas no carnaval em Campos e SJB
domingo, fevereiro 03, 2008
Desfile suspenso em São João da Barra
O blog do Paulo Noel divulgou o documento que, no entanto, não traz a assinatura do presidente dos Congos. A diretoria do Chinês diz já ter dispensado passistas, bateria e todos que iriam desfilar. Só agora voltou a chover forte em São João da Barra, como os shows do palco não foram suspensos, ainda há bastante gente aguardando os desfiles. Mais informações aqui no blog do Paulo Noel que cobre num plantão todos os bastidores do carnaval de São João da Barra.
PS.: Até 23:50, o site oficial da prefeitura de São João da Barra, nada informa sobre a suspensão do desfile e sobre sua reprogramação.
Apagão na passarela do samba em Campos
Acontece que um dos geradores entrou em curto e com isso, o gerador que seria o sobressalente, segundo o coordenador não tem como suprir a demanda de energia elétrica para bancar o desfile. Por isso o desfile de sete blocos do grupo especial que estava previsto para começar às 22 horas está suspenso pela coordenação, até que a iluminação possa voltar ao normal. A última previsão é de que este trabalho dure cerca de duas horas.
Tiros em São João da Barra
Chuva forte coloca em risco desfile em SJB
Blog do Paulo Noel agora mostra o Chinês
Blog do Paulo Noel mostra antes os carros dos Congos
Ainda têm coragem de chamar isto de passarela do samba

Veja como o povo se protege do sol e das prováveis chuvas:

Não dando para se sustentar sob o calor e o sol, embaixo da arquibancada:

Bem que os foliões poderiam se rebelar e aproveitar o fórum vizinho para reclamar:
A moderna sinalização da cidade
Parece implicância, mas é incompetência mesmo. Na rua Thomaz Coelho, no balão na esquina com conselheiro José Fernandes. O estacionamento que está sendo usado para quem vai assistir os desfiles na avenida XV de novembro está muito melhor sinalizada, embora também improvisado do que o nosso trânsito. Carnaval em Macaé
Jiripoca ontem em São João da Barra
Porto x destilação da tradição em SJB
Estudante de Design Gráfico do Cefet Campos participa de encontro nacional
sábado, fevereiro 02, 2008
Estrela da reforma está sem pasta
Advogados ameaçados de extinção?
ÉPOCA – No Brasil, os advogados costumam se dizer necessários para preservar os direitos da população. O senhor concorda com isso?
Susskind – Respeito esse ponto de vista. Mas os advogados sempre encontrarão razões para justificar por que são necessários. Há outras maneiras de preservar os direitos da população. O Direito não existe para garantir um meio de subsistência aos advogados. A função dos advogados deve ser ajudar cidadãos e empresas a entender e aplicar a lei. Mas, se encontrarmos maneiras diferentes de fazer isso, não precisaremos de advogados por muito tempo.
Leia o restante aqui.
Grupo MMX fatura com desapropriações da prefeitura de São João da Barra
O interessante é que o principal beneficiário das desapropriações e melhoramentos que é o grupo MMX, do empresário Eike Batista, que adquiriu recentemente aproximadamente mais de dez mil hectares, o que equivaleria a cerca de 20% de toda a área do município de São João da Barra de 461 Km², vai receber, de acordo com o artigo 3° do decreto, recursos do município que terão como origem os royalties do petróleo.
A LLX Açu Operações Portuárias S/A terá desapropriado uma área de 75.997,46 m² no imóvel “Conjunto Saco Dantas” e a MMX Minas-Rio Mineração S/A. outra área de 14.559,41 m² no imóvel “Saco Dantas” ou “Pontinhas”. Além destes, outros vinte e dois proprietários tiveram suas áreas desapropriadas, na região do Açu, entre estes, a Cia. Agrícola Baixa Grande com o imóvel “Azeitona” ou “Praia” com 39.920,91 m² e a Emissora Continental de Campos Ltda. Com o imóvel “Saco D´Anta” ou “ Maracujá” com 11.484,80 m².
Ainda não se sabe, o valor destas desapropriações, porque a prefeitura de São João da Barra, assim como a de Campos e todas as outras da região, não costumam publicar o valor pago nestas situações. Mesmo compreendendo que o investimento em infra-estrutura é necessário para viabilizar o empreendimento, não deixa de ser estranho, que a principal beneficiada por estes investimentos ganhe duplamente., tanto com o resultado do investimento público que valoriza o restante de suas áreas e o seu empreendimento logístico-industrial e também fature, o dinheiro com a desapropriação de seus imóveis que tem origem no orçamento municipal, que assim deixa de atender, por exemplo, com ações sociais e de educação, o povo necessitado de São João da Barra. Não teria sido viável uma permuta ou algo parecido?






