domingo, janeiro 05, 2014

Professor da FMC faz apelo emocinado pela redes sociais

O professor da Faculdade de Medicina de Campos, Paulo Melo, da área de Farmacologia, fez pelas redes sociais, no último dia 31 de dezembro, último dia do ano, um apelo emocionado em defesa da Faculdade de Medicina de Campos, que parece atravessar uma grave crise.

Confira abaixo o depoimento do professor Paulo Melo e avalie mais uma crise institucional em nosso município:

"Prezados colegas ex alunos e graduandos da FMC
Hoje, véspera de ano novo, é um raro dia de minha vida que não falo em trabalho e só iria ao hospital se estivesse de plantão ou algo de emergência. Falei com amigos contemporaneos diversos da nossa FMC e também com ex alunos...estou abalado e comparo com a sensação de perda de um familiar querido, difícil de descrever...

Acabei de ter notícias, que considero absurdas, que aconteceramm na FMC..

O setor de RH elaborou, baseado em critérios da direção, lista dos demitidos...demitidos...entre eles notáveis que fundaram a FMC. Instalaram cursos e outros que deram seu tempo a ajudar a manter o seu padrão desde a criação.

Sempre soube que no mundo corporativo, ou dos negócios, vale o equilíbrio financeiro. DEMITIR para equilibrar a contas. Mas sabe-se que depois destas teorias todas que sempre se aplica uma dose de emoção e consideração quando se trata da demitir àquelas pessoas que doaram seu tempo, seus bens e o convívio familiar para criar um núcleo formador de recursos humanos. Somente olhando pra trás pode-se medir o tamanho da empreitada e do sacrifício. Faço parte da legião, chamo assim pois somos mais de dois mil, que nos tornamos profissionais alí formados que amadureceram e se transformaram em cidadãos. Foi um trabalho único, considerando que acompanhei a criação de várias outras escolas de medicina em nossa região nas últimas quatro décadas.
 

Gostaria que fosse boato o que falaram sobre a forma de saída de pessoas que criaram esta FACULDADE...Não existe programa pedagógico ou título acadêmicoque dá a um indivíduo a capacidade de administrar e ser professor. Lidar com alunos, funcionários e professores educadores requer mais do que títulos outreinamento, requer o coração. Era isso que os criadores desta nossa FMC, tinham, cada um a seu modo, entusiasmo, ao criar esta escola de Medicina. Geraldo Venâncio, Cardoso de Mello, Luis Carlos Silva, Decio Lobo de Azevedo, Paes da Cunha, nos diziam, "vocês serão médicos, aprendam e ajam como médicos, e aqui formarão para servir ao país e à humanidade". 

Não posso esquecer a fibra e a vibração deles. Não criaram uma escola de segundo grau, com controles rígidos de sala, cheios de salas bonitas com lanchonetes luxuosas, tudo era singular, sem burocracias e roletas. Mas uma escola médica com amplo sentido de liberdade, imaginem, e em pleno governo militar...

Passamos pelo regime militar aprendendo cidadania pelos exemplos que nos vinham da FMC. Acho que agora vejo a ditadura, só que esta vindo de dentro da FMC para nós todos...

Temos que repensar esta escola, peço aos alunos e colegas ex alunos que se manifestem e deixem claro que a direção deve olhar para trás se pensa em ver adiante...

As vezes é preciso estar de fora para se enxergar o óbvio. Como ex aluno estou preocupado, com a insensibilidade administrativa..e a visão de modernidade desta direção. Dá-nos a impressão de de estar reformando um carro ou um imóvel, para dar aparências e depois vende-lo..

Sera um difícil ano novo para o ex aluno, ex professor e apaixonado pela FMC, 

Paulo A. Melo."

52 comentários:

douglas da mata disse...

Professor Roberto,

A Faculdade de Medicina de Campos é mais uma vítima de si mesmo, como foi a outrora onipotente Faculdade de Direito de Campos.

Quase nada ali saiu para combater a formação de uma elite mesquinha e auto-suficiente, destinada a perpetuação da lógica da prática da medicina como um favor, que os colocava na condição de semi-deuses.

O episódio do programa Mais Médicos, e as manifestações fascistas dos "doutores" e alunos não nos deixa dúvidas: já vai tarde FMC.

Rodrigo Morais disse...

Me formei nessa escola. Paulo Melo sempre foi um ícone de dedicação e amor pelo ensino. E sua lucidez sempre foi notável, assim como cada uma de suas aulas. O que está acontecendo na FMC é um descalabro. A direção enlouqueceu. Demitir Fernando Paes Leme, Nerton Távora (segundo me disseram) seria inimaginável em outras épocas. Acho que o público tornou-se privado. Tempos sombrios na FMC.

Anônimo disse...

A tendência é só piorar, pois, os futuros ex alunos da FMC são candidatos que compram a vaga e assim conseguem o acesso. Essa turma não irá valorizar a FMC como deveria, pois, não lutou para ter o acesso... Muitos filhos de médicos conseguem sua vaga na FMC de forma rápida, enquanto que candidatos que não são filhos de médicos chegam a estudar vários anos para conseguir o acesso. Será que os filhos de médicos são mais inteligentes que os demais? Claro que a FMC alegará que o vestibular é organizado pela Cesgranrio. Porém, na minha opinião o vestibular da Cesgranrio é o pior de todos, não há a mínima transparência nos resultados. Por exemplo, o candidato ao analisar o resultado final apenas consegue visualizar sua nota. Nenhuma lista de aprovados é divulgada... Claro que se divulgarem a lista dos aprovados antes do início do ano letivo dará margem para questionamentos...

Anônimo disse...

Também considero prudente ouvir a direção da FMC, é bem verdade que a instituição vem perdendo em qualidade a cada ano que passa, e mais tem professor que só aparece para dar aulas 2 vezes por ano. É mole?

Anônimo disse...

Estudo na FMC e não sou filha de doutor e muito menos de uma classe social privilegiada, conquistei minha vaga pela minha capacidade. A instituição depende de nós alunos para se manter, portanto não aceitável manter professores que nem dão mais aulas ou aqueles que sua forma de ensinar já está ultrapassada só porque é fundador. É claro que há aqueles professores que mesmo com certa idade continua brilhante, mas não é maioria.

Marcelle Maron disse...

Caro entitulado Douglas da Mata. Quem escreveu o texto foi PROFESSOR DOUTOR PAULO MELO e nao Roberto. Pelas suas palavras vc nao estudou na FMC e muito MENOS TEM O PRAZER DE SER MEDICO MESMO EU UM PAÎS ONDE SOMOS TÃO CRITICADOS MAS NO FIM TODOS VEM APELAR NOSSO SOCORRO E AJUDA. Vê se vai se informar mais sobre o assunto e para de escrever ASNEIRAS. QUANTA MEDIOCRIDADE !!!!

douglas da mata disse...

Ótimo, então está resolvido: aumento de 100% da mensalidade, e uma caixinha de 10% dos vencimentos reais (não aqueles fingidos pela declaração de IRPF dos médicos) de cada ex-aluno com mais de 2 anos de formado.

Aposto que vai chegar perto de Berkley ou Harvard.

Por fim, eleição direta para a diretoria, com voto dos alunos, médicos, servidores, e todos envolvidos no processo.

Ah, detalhe, sem uma nesga sequer de dinheiro público.

Já bastam as subvenções fiscais e o corpo-mole com dívidas previdenciárias e tributárias.

Ronaldo disse...

Bem,no meio da borrasca, há de se parar para olhar de onde veio e para onde vai e para se salvar o mais importante....sou formado pela nossa querida F.MC da qual guardo as melhores lembranças e nutro admiração pelos que nos formaram!a! A F.M.C precisa retornar ao tempo e manter a modernidade de nossos dias...explico...fomos forjados pelo caráter de pessoas que sabiam quem era Hipocrates...atualmente a formação médica esbarra em condições que precisam voltar ao tempo....Medicina supõe Médico e Paciente....se retornarmos ao tempo teremos isto...as coisas relativas a esta dualidade são a base de tudo o mais que se possa fazer! Se não fizermos assim aqui na F.MC não continuaremos a nutrir o Amor que temos por toda a Nossa Casa Médica, que e a F.MC....creio que só voltando a solidez do passado e colocando os olhos no Futuro, conseguiremos manter a nossa. tao querida F.M.C . Sempre acima de qualquer coisa que a possa macular, afinal se somos Médicos , hoje em dia , deveremos sempre a Faculdade de Medicina de Campos!

douglas da mata disse...

Cara Marcelle,

Pelo que vi, estudar Medicina não lhe dá o acesso a capacidade de ler e interpretar o que lê.

Professor Doutor, como assim, ele tem doutorado em quê?

E mesmo que tivesse titulação, isto lhe daria prevalência conceitual sobre alguém?

Que isto minha filha, procure um médico, você anda doente (da cabeça).

Bom, vamos a réplica a este seu textículo (veja bem, é com "x"):

Você ainda deve ser aquela que imagina que ser médico é um privilégio (e de verdade é).

Veja os números, o governo (de acordo com o MEC) gasta 890 mil por aluno (sem gastos de residência) para formar um médico na rede pública universitária, e dentre estes, 80 a 90% são originários (filhos, para você entender) da classe B e A.

Logo, sua noção hierárquica de mundo (quem não é médico tem inveja de quem não é) faz certo sentido, principalmente quando a possibilidade não está acessível a todos, embora sejamos nós que paguemos por isto.

E mesmo assim, quando precisamos de médicos nas periferias, eles nos dizem não, como fizeram no Programa Mais Médicos, com manifestações fascistas parecidas com as suas.

Por isto a sua surpresa com tanta "ingratidão". Ela se dá, criança, pelo afastamento paulatino do médico do paciente.

Se antes o médico mantinha certa "autoridade" sobre o paciente, em um universo precário de atendimento (consulta=favor), hoje, com a universalização do atendimento, e mercantilização dos serviços (planos e seguros), os médicos correram para especialização como fonte de lucro rápido, e lógico, desgastaram o vínculo já tênue que mantinham com pacientes.

Este é tema um pouco complicado para a gente continuar aqui, e você não está preparada para isto. Falta alguma visão fora dos limites do hospitalocentrismo.

Sobre a FMC em si, é bom você perceber que a (minha)crítica se estende a todo um modelo, desde a aniquilação de processos educacionais integrados as demandas populares (mais clínicos, menos especialistas), bem como modelos de gestão de escolas privadas de medicina que não estejam quase continuação das aberrações já presentes na Universidade gratuita.

É certo que a atual gestão terá alguma responsabilidade no problema, mas imaginar que tudo se precipitou "ontem" é idiotice.

Em tempo: médicos não são a única categoria criticada e necessária.

O problema é que alguém contou a vocês que vocês estariam acima da vida e da morte, como semideuses.

Os enormes salários até dão esta impressão, mas a realidade é pouco mais complexa.

Aí ficam estas manifestações emotivas sobre faculdades e carreiras.

Como eu disse, não sou médico, mas seu problema tem tratamento.

douglas da mata disse...

Se mandarmos um auditoria fiscal a consultórios médicos, com certeza o apurado em sonegação daria para salvar umas três FMC.

Melhor, teríamos uma FMC pública e gratuita.

Ah, mas crime fiscal não é crime, não é mesmo.

Crime é pagar "tanto" imposto.

Bando de hipócritas.

Pelo fim das quadrilhas de sonegadores de jaleco, já!

Rui Ribeiro disse...

Vejo esse Douglas da Mata como mais um doente do marxismo cultural petista.

Você, douglas da mata, vocifera ataques aos "sonegadores de impostos de jalecos". Ataca uma classe que sustenta, junto a tantas outras essa inutilidade chamada governo brasileiro, abarrotada de ineptos, inúteis, comunistas, projetos de pablo capilé e marta suplicy. Todos idiotas que não tem a minima noção de gastos públicos, regulação de contas e real distribuição de renda.

Você vocifera contra o tal modelo "Hospitalocêntrico". O mesmo modelo que a imensa maioria da Europa e Estados Unidos adotam, e mesmo sem a necessidade de mascarar dados e abortar crianças, conseguem estatísticas melhores que a ilha-presídio, Cuba.

Sei que é difícil para neurônios corroídos pela angústia, raiva e ineficiência de pensadores comunistas, você elaborar algo com razão. Sabe qual é o imenso salário de um médico da prefeitura de Campos, como eu ?? R$ 4100.

Você sabia disso, oh inventor do conhecimento universal dos salários e profissões, intitulado douglas da matta ? Você realmente acha justo alguém (Nesse alguém vai qualquer profissão) receber isso após anos de estudos ?

Sei que sua cabecinha pequena não permite isso. Está infestada pela luta de classes, que só fomentou guerra e fome. Vide os grandes Mao, Pol Pot, Stálin e tantos outros grandes esquerdistas de renome.

Para terminar o Pós-Doutor Paulo Melo é pesquisador, professor, anestesista, professor e apaixonado pela FMC. Antes de atacar o título de alguém, vá se informar primeiro. ...

Um texto revoltado de um médico, libertário, reacionário e cansado de baboseiras esquerdistas...

Rui Ribeiro disse...

Para continuar pontos não abordados:

Nunca vi a existência de um contrato social entre o aluno de uma universidade pública e a população. Esse aluno que estudou é fruto de um sistema de ensino destruído, que não recebe investimentos e fica relegado a boa vontade política.

Como ainda não vivemos numa ditadura comunista, nenhum médico, advogado,engenheiro é obrigado a atender nem realizar trabalhos de graça, muito menos em regiões sem infra-estrutura.

Esqueço que a sua mentalidade esquerdista retrógrada, não permite o real entendimento que todos pagam impostos, logo todos podem ter acesso a educação, logo seja ele rico ou pobre pode ter acesso a educação pública nacional sem a necessidade da subserviência após a sua graduação.

Fico a espera de uma renovação do discurso esquerdista de vocês. Por um mundo com menos luta de classes e mais idéias inovadoras...

DR. BERNARDO disse...

Kkkkkkkkkkkkkk. Senhor Douglas, com esse seu discursinho hipócrita e petista, penso que você deveria se mudar pra Cuba. Não generalize. Há profissionais desonestos em qualquer profissão. Você me parece ser uma pessoa inteligente. Pra que tanto ódio da classe médica? Fica com ódio também dos professores que fazem greve por exigir melhores salários e condições de trabalho? E você ainda ta nessa que " Doutor " é só quem tem doutorado????? Me poupe, meu senhor.

Eduardo Abi-Kair disse...

Boa tarde, amigos e colegas médicos e não-médicos. Venho aqui fazer o meu protesto frente a essa imbecilidade escrita (escrota) por esse indivíduo intitulado Douglas da Mata sobre o texto produzido pelo ex-professor da FMC, Dr Paulo Melo (Dr pela tradição e com pós-doutorado também). Sobre este texto venho a dizer o seguinte: quem é este "senhor" para se pronunciar sobre algo referente a duas entidades tão importantes como a Faculdade de Medicina de Campos e a Faculdade de Direito de Campos? Quem ele é para vir com este discurso de formação de elite mesquinha e auto-suficiente? Será que este pensa que um médico ou um advogado - um profissional altamente especializado - deve viver de luz e de amor e que não necessita de dinheiro para pagar suas contas, de seus familiares, pagar congressos e cursos e SIM, também os seus luxos, afinal de contas, não somos nenhum mauriçola da esquerda que vive às custas do governo. Quanto ao programa "mais médicos", o que diabos tem esse programa a ver com o problema de má gestão da FMC?! E já que defende este programa, proponho a esta criatura que busque um dos tais "médicos" deste programa (em Campos existem 6 escalados) mas lembre-se: são "profissionais" que sabe-se lá se são formados ou que formação receberam. E digo, mais: como uma ilha miserável como Cuba forma tão bons profissionais assim?! Da minha parte, só tenho agradecer aos "médicos" cubanos, pois livraram este planeta de 2 ditadores, Fidel Castro e Hugo Chávez. Uma pena Lula e Dilma não terem ido se tratar em Cuba também (preferiram os médicos "mercenários elitistas burgueses opressores" brasileiros), tenho certeza que seríamos um país bem melhor agora. Mas retomando o raciocínio...Ingressei na FMC em 2006, que possuía uma mensalidade de R$ 1700,00; hoje a mesma encontra-se em mais de R$4000,00 , sem falar que a FMC formava 80 alunos ano e só possuía o curso de Medicina, hoje em dia forma-se 100 alunos/ano com proposta de formar 100 a cada 6 meses e encontramos a instituição, que recebe dinheiro público sim, Douglas, pois é uma instituição filantrópica (eu mesmo sou fruto dessa filantropia) e atende, meu caro, um sem número de pacientes pelo SUS. Você deve ser um gênio das finanças e da administração, pois de tudo sabe, e para tudo possui uma solução, ou seja, o típico imbecil brasileiro: usa uma ou duas palavras mais refinadas e uma referenciazinha aqui ou ali e se acha o grande filósofo destas terras de Macunaíma. Já parou para pensar quanto um estudante de Medicina e de Direito movimenta na economia campista, fluminense e nacional? Já parou para pensar em quanto um profissional formado apenas nestas duas áreas mobiliza e o quanto de receita é gerada através do pagamento de tributos? Garanto que muito mais que você, embora eu não saiba o que você faz ou deixou de fazer, pois você deve ser provavelmente a representação do covarde virtual, vomita teses e teorias a torto e a direita sem mostrar a cara, o típico militantezinho de esquerda que "gasta seu tempo útil em manifestações inúteis", o famoso camisa Che Guevara e tênis da adidas + Iphone, um provável frequentador da concha acústica do CEFET ao invés das salas de aula e agora vem culpar a mim e a tantos outros que buscaram o sucesso por quem resolveu levar uma vida de buscas medíocres. Faça um favor à humanidade: Vá se tratar com um cubano, de preferência em Cuba (vá morar lá), aproveite e leve sua família junto, para não termos chance de reexperimentarmos outro exemplar da imbecilidade brasileira atual que tem voz e poder de voto como você.

Anônimo disse...

Pelo que entendi, estes últimos comentários combatendo Douglas tentam diminuir a crítica trazida pelo Dr. Paulo Melo.

Esta em quase nada é contra-argumentada pelo que falou o Douglas que apenas ampliou sua visão sobre a crise institucional.

Quais são os descaminhos da faculdade de medicina em Campos?

Porque tanta contratações ao longo dos últimos seis anos? Por que o inchaço?

Quais são os riscos da instituição? Que não se mude o questionamento feito originalmente pelo Dr. Paulo Melo.

Anônimo disse...

Douglas da Mata, pq isso tudo? Este é um assunto interno que não te cabe! Pq esse recalque todo? Grande parte dos seus amigos ¨deve¨ ser médico! Vc acha isso deles também? Vc está se superando cada dia mais! Eu nunca esperaria isso de uma pessoa como vc, ja que parece tao inteligente e culto(cultura inutil) ! Vc realmente pode falar de alguem? Ja terminou a sua faculdade para falar de alguem? Ou melhor, vc faz faculdade? Pelo visto voce se engana! Voce deve ser um daqueles ¨advogados¨recalcados que processa plano de saude para lucrar em cima... Isso é crime também! Todo mundo sabe disso? Sério, quanto decepcao! Poderia falar muito mais, me estender muito mais, mas vai ficar feio e chato. Prefiro parar por aqui. Entao, por favor, pare por aqui também! Te peço!

douglas da mata disse...

Bem Roberto, foi mais fácil que imaginava, é só "jogar a isca" e o monstrengo fascista emergiu do pântano.

Vou resumir a reposta, para não ficar "alugando" se blog.

Tenho certeza de uma coisa: com o nível destes médicos que se dignaram ao debate, não está difícil entender o nível de desumanização da medicina brasileira, vamos a tréplica a estes beócios de jaleco:

01- O que se autodenomina Rui Ribeiro,

Vou pegar a asneira central dita:

"Nunca vi a existência de um contrato social entre o aluno de uma universidade pública e a população. Esse aluno que estudou é fruto de um sistema de ensino destruído, que não recebe investimentos e fica relegado a boa vontade política."

Confuso, mas tentamos "garimpar algo".

Olha, não há cidadão, ainda que o mais isolado, na mais remota condição, que esteja à salvo do contrato social de algum país.

E sob o grande contrato constitucional, há outros sub-contratos locais, e por aí vão.

Este sonho liberal alimentado por você, sinto muito, não existe. Deve ser algum tipo de alucinação.

Logo, cada país, cada sociedade, tem o direito de exigir dos seus cidadãos que façam ou deixem de fazer coisas que julgar relevantes, desde que direitos individuais não sejam atingidos.

O nome disto é LEI, que vem do parlamento, que por sua vez, é eleito pelo povo (poder originário). É simples, mas gente tosca quase nunca percebe a nuança.

Assim sendo, se a estrutura universitária gratuita só privilegia (por enquanto) os mais ricos (negando acesso aos mais pobres), nada mais justo que os contribuintes passem a exigir uma contra-partida mais definida, é o que uns chamam de serviço civil obrigatório.

Eu não acho nada demais, mas os coxinhas dirão que é um imposição repugnante, e então fica a pergunta:

Se não queriam atender aos pobres nos rincões, porque a ladainha contra o programa que trouxe quem queria?

02- Ao segundo brucutu de jaleco (deus me livre de cair na mão de um troço destes, deixa eu até anotar o nome):

Dotô Bernardo (o pobre tem uma fixação pelo título acadêmico, mas pelo jeito, deve detestar a Academia).

Bem, eu nunca (e desafio quem prove o contrário) critiquei médicos ou outra categoria por reivindicarem salários melhores.

Prova disto que o blog que edito tem link (ou pelo menos tinha) no blog dos médicos locais, com texto onde denuncio a proletarização da medicina.

Agora, defender categorias não é defender o fascismo como alimento de coesão.

Muito menos esquecer que princípios estão acima de corporações, coisa esquecida pelos médicos nesta triste página da História, que foi as manifestações com protestos contra a presidente, ironizando sua doença, ou a do ex-presidente Lula.

Seria mais ou menos como defender professores nas ruas por salários, ironizando os limites dos alunos, ou com palmatórias nas mãos.

Ou policiais fazendo campanha salarial usando como alegoria instrumentos de tortura ou valendo-se de informações dos investigados.

Quanto a questão do doutorado, não "sou que quem está nesta", é todo mundo sério que estudou, defendeu sua tese, e que conquistou o direito.

Há médicos com doutorado? Palmas para eles.

Mas dotô sem doutorado é fraude, típica de "carteiraços", atalhos e outros jeitinhos que você dizem detestar tanto. Só dizem, é verdade.
Continua no outro comentário....

douglas da mata disse...

03- Senhor Ed Abi-Kair,

Salaam aleikum.

Meu filho, a quem você pensa que engana?

Nem a você mesmo, eu creio.

Vou ignorar as ofensas pessoais, sua opinião sobre este tema (a minha pessoa) de nada valem. Já ultrapassei há tempos esta esfera de preocupações sobre o que pensam de mim.

Desejo que um dia você chegue lá(embora duvide), é libertador!

Vamos as respostas ao seu longo grunhido:

01- Em nenhuma parte dos meus comentários está escrito que esta ou aquela classe profissional deve ganhar mal.

Mas por outro lado, não defendo que esta condição (ganhar bem) seja entendida e defendida como um privilégio, ou será que dentre todos os humanos, serão os médicos que merecem esta distinção?

A sua professor primária que limpou seu nariz remelento e te levou ao banheiro para aliviar aquele monte de merda que você comia em alguma cantina, deve ter ganhado a vida toda mil vezes o que você ganhou nos primeiros 5 anos, e sem ela, você ainda seria...seria o quê mesmo?

Se o coveiro que enterra suas "vítimas" entrasse em greve para ganhar 20% por ano o que você ganha, quem sabe você mesmo teria que enterrar seus "pacientes"?

Pois é.

É algum destino manifesto o que você defende?

Sobre medicina cubana e a nacional, eu nem vou me alongar:

Bem, se você considerar uma medicina que só funciona no eixo sul-sudeste, tocada a bilhões de reais de equipamentos destinados a dar conta da estupidização especialista dos médicos (que na presença da clínica só dizem: "virose"), com inclinação totalmente pró-procedimento, em detrimento da medicina preventina, de atenção básica, onde 60% dos casos (dados DataSUS e OMS) se resolvem na primeira consulta, sem grandes pirotecnias e salamaleques, aí eu te diria, o seu modelo é "o melhor".

Mas aí eu olho e Cuba e leio, pela Organização Panamericana e OMS:

01- Cuba tem 7 médicos por 1 mil hab. O Brasil não chega a 2. No Nordeste, Centro-Oeste e Norte não chega a 1.

02- A expectativa média de vida cubana é 5 anos mais alta que a brasileira, e nem dá para comparar a riqueza e tamanho dos países.

03- Boa parte das doenças endêmicas e parasitárias já foi erradicada em Cuba.

04- Cuba exporta médicos, e forma médicos vindos do Brasil, Venezuela, e ohhhhh, dos EEUU.

Continua no outro comentário....

douglas da mata disse...

Continuação do outro comentário:


Bom, agora falando das instituições de ensino que você citou:

Campos dos Goytacazes não mudou uma vírgula com a decadência da FDC (sei porque sou ex-aluno), ao contrário, podemos nos livrar de um tipo de déspota esclarecido muito festejado pela "corte local".

Repito: não mudou nada, assim como não mudará nada se a FMC sumir do mapa.

Todo este discurso melequento e emotivo, posadamente indignado, só nos diz o seguinte: é mais um castelo de areia da elite se esvaindo, e que é claro, ficou fora das tetas dos royalties (ainda bem).

Toda esta chantagem se destina a pendurar mais esta na conta da viúva local.

O escritor do texto tem pós-Doutorado? Ótimo, então ele sim pode ser chamado de doutor, mas e daí?

Vamos ao destaque do Senhor Ed:

"Uma pena Lula e Dilma não terem ido se tratar em Cuba também (preferiram os médicos "mercenários elitistas burgueses opressores" brasileiros), tenho certeza que seríamos um país bem melhor agora(...)"

Uma declaração que deveria estar junto com seu diploma, pendurado junto com o juramento hipocrático.

Já sabe, leitor, se você não concordar com o Senhor Abi, não lhe procure como médico.

Se algum parente seu faleceu aos cuidados dele, procure saber se havia algum problema ideológico.

Bom, quanto a movimento e tributos, em relação a advogados e médicos eu posso dizer que o terreno é sempre instável para tratarmos, pois as categorias não são conhecidas, digamos assim, por muito "rigor fiscal".

Instituição filantrópica para concentrar acesso? Recebe dinheiro público e não retribui com transparência dos números da gestão?
Faz concorrência pública para comprar bens e serviços, ode estão os editais?
Filantrópica ou pilantrópica?

Mas enfim, caro kair, vou entoar um mantra caro a você da Casa Grande:

Não consegue se estabelecer? Feche as portas.

O que não pode é usar dinheiro público, arrotar arrogância e querer autonomia para gerir.

Vou melhorar o debate e escrever ao MP, Tutela Coletiva, pedindo uma auditoria/investigação com intervenção nesta joça.

Você tem toda razão, vamos parar de falatório e teoria e partir a prática.

Cordial abraço, dotô.

douglas da mata disse...

Caro anônimo das 5:38, permita-me o colóquio:

Veja que em nenhum dos meus textos ataquei o Professo Doutor citado.

Apenas, por não conhecer seu títulos, fiz uma referência (provocadora, eu sei) a tendência de se chamarem de doutor os que não portam tal título.

Pelo que aprendi de língua portuguesa (que foi indignamente surrada pelos "doutores"), doutor não é pronome de tratamento.

Mas este não é o tema central, e você alertou bem:

Todos os longos, e outros nem tão longos, disseram nenhuma palavra sobre o problema, não deram soluções, nem contrapuseram argumentos.

Agora imaginem estes médicos diante de um dilema clínico?

Vão agir assim, dando coices no paciente para que caiba em seu diagnóstico?

Boa parte dos erros médicos vem daí, e claro, da impunidade corporativa.

Mas voltando ao tema principal:

A questão é estrutural, e não é recente.

O modelo vertical de prática da medicina no Brasil sempre se orientou pela esta mistura de interesses públicos e privados, onde a parte pública sempre ficou com a pior parte, e o privado ganhou a melhor fatia.

Claro que esta configuração se refletiria no modelo de ensino.

Um país que forma poucos médicos, considerando suas demandas e dimensões, e que quando os forma, os concentra todos em um canto do país.

Equilibra-se entre uma Universidade Pública e Gratuita que atende a poucos, e a entidades privadas igualmente caras e restritivas, sobrando espaço para pouquíssimos pobres, em sistemas de bolsas de contrapartida ou outras formas de financiamento (FIES e ProUni).

Como o atendimento de saúde sempre foi um serviço com alto poder mobilizador, tanto nas estruturas locais de poder, como no aspecto financeiro, e ainda pelo seu perfil de desigualdade no acesso ao médico, que subordinava o mais pobre ao limite da caridade individual de cada médico, foi a medicina, dentre todas as demais, a carreira que mais convergiu para o centro de si mesma, inaugurando a formação contínua de castas que se repetiam como dinastias nos bancos escolares.

É sobre este regime de privilégios que centra-se chororô deste pessoal, e não questões como justiça social, saúde pública de qualidade, ou uma faculdade sadia e a serviço da população e com acesso democratizado.

Há uma pressão paradoxal nas entidades chamadas filantrópicas, como chamam a FMC.

As castas médicas resistem a abertura de novas classes, porque sempre disseram que a qualidade é sinônimo da exclusividade de acesso.

Por outro lado, a expansão requer traquejo gerencial que escapa a lógica tacanha e provinciana exibida aqui nesta triste sequência de comentários, e por outro lado, vai implicar rever custos e o valor das mensalidades, inclusive para poder continuar a pleitear dinheiro público, mesmo porque, a 4000 o aluno, prefeituras e governo federal poderiam, juntas, manter um unidade gratuita.

Mas manterem-se no modo que estão, serão engolidas rapidamente.

A UFRJ e a municipalidade macaense mantêm, todas as dificuldades de implantação, um curso gratuito de medicina, algo impensável há 20 anos.

Será que aquela lenda da Petrobrás não ter vindo para cá, na década de 80, por pressão dos coronéis que não queriam o encarecimento da mão-de-obra, e a melhoria de vida dos seus semi-escravos se repete agora com os coronéis de jaleco, impedindo curso gratuito de medicina por aqui?

Anônimo disse...

Colaborando com o que disse o anônimo de 5:38h, fica parecendo que a questão da FMC ficou relegada a segundo plano e que esses discursos esquerda/direita tem uma importância maior. A impressão que passa é que houve uma lavagem cerebral nessas criaturas que em tudo vêem luta de classe. A questão não seria administrativa? Quem são os demitidos? Por que foram demitidos ? O que produziam? Até onde sei o inchaço da FMC é uma realidade, 82 % de sua arrecadação estava comprometida com pessoal. Que empresa sobrevive a isso? Pode-se discutir os critérios usados para as demissões, por volta de 50 professores. Pode-se discutir se esse era o caminho, mas não resta dúvida que algo deveria ser feito, principalmente com o rombo do Hospital Escola Álvaro Alvim que minaram os cofres da Fundação Benedito Pereira Nunes e, por tabela, da FMC, impedindo inclusive, a construção de um prédio anexo, que abrigaria salas de aulas e laboratórios e que estava prevista para esse ano.
Espero assim reconduzir a discussão para seu verdadeiro eixo, de preferência respeitando a posição ideológica de cada um.

Anônimo disse...

o programa "mais médicos" na realidade é um "mais cabo-eleitorais". Mais cabo-eleitorais para a Dilma, para o PT, por isso o Douglas do mato defende esse "programa".

Assim fica fácil, muito fácil ganhar uma eleição. Com cerca de 6000 cabo-eleitorais espalhados pelo Brasil todo, pagos com dinheiro público, e mais o bolsa-família, não tem para ninguém. Vai dar Dilma fácil fácil.

Douglas, compre uma passagem para Cuba sem volta. E leve suas tralhas. Mas é óbvio que você não vai fazer isso, não é mesmo? A mamata está muito boa, com os petistas no poder. Ma se você adoecer, ao menos procure um médico cubano.

douglas da mata disse...

Anônimo das 06:30, infelizmente eu gostaria de crer que há questões puramente administrativas, e outras como luta de classes.

Não há.

Infelizmente, o que ficou evidente é o total despreparo para o debate por este pessoal que conseguiu um diploma, mas que nunca vai conseguir ser chamado de médico, não na completa acepção do termo.

São no máximo, mercenários de jaleco.

O caso do hospital escola é mais um componente desta visão "de classe" da medicina, uma visão hospitalocentrista, que privilegia o ensino da especialização e a cultura dos procedimentos em detrimento da clínica médica, preventiva e barata.

Investimentos altos que oneram qualquer orçamento, megalomania pura!

Logo, esta distorção gerencial do hospital, que tenta se amoldar como "produto" viável às corporações e empresas do setor (planos), disputando espaço pela contratação de serviços, e ainda tendo que dar conta de alguma contrapartida gratuita para não perder fontes de financiamento públicas, atola qualquer gestão!

Nesta "esquizofrenia gerencial", nada anda.

Portanto, como disse, nada se descola de escolhas e debates políticos.

Mas os médicos, que se dizem muito gratos a sua entidade formadora, a FMC, poderiam em decisão coletiva (e não através de desabafos pessoais ou lamúrias dos coxinhas e fascistas de jaleco) restituírem parte do que eles chamam de "legado".

Ora, deem aula de graça. Quanto mais melhor, que poderia até aumentar as vagas e os alunos, com preços mais em conta, e certeza de pagamento em dia (horizontalização do serviço, ao invés deste verticalização estúpida e anacrônica).

Ganharia a FMC, e ganhariam os médicos-voluntários, que teriam no exercício pedagógico chance permanente de atualização.

Ah, qual nada, eles preferem ser bancados pela máfia da propaganda da indústria farmacêutica, e receitar o que eles mandam (agora vem até com 0800 para "cadastro" do médico e "desconto" para o paciente, como no laboratório Aché).

E como você leu aqui, além das ofensas, nada foi dito.

Pelo que vejo, o cacoete ridículo de manter garranchos nos receituários, como signo de distinção, acabou por emburrecer a classe médica.

São uns pobres coitados que não enxergam que os tempos estão mudando. E rápido.

Leonardo Cardinot disse...

Douglas da Mata, primeiramente, lhe desejo um "boa noite" como a educação que meus pais me ensinaram.
Vejo em seus comentários um ódio sobre a classe médica como se os médicos fossem os responsáveis por toda mazela deste país.
O texto do Roberto Moraes é uma réplica de um email do ILUSTRE PROFESSOR E DOUTOR PAULO MELO ASSIS que caso você não saiba (certamente não sabe e nunca vai saber) é um professor que extrai ao máximo do aluno, nos exigindo um esforço estremo que no fim nos damos conta que o método dele é valido e traz grandes benefícios.
A questão da FMC abordada no texto diz sobre a realidade da FMC, realidade esta que o senhor não vive, então, antes de opinar sobre a FMC, CONHEÇA A MESMA E SEUS PROFESSORES E ALUNOS.
Seguindo em meu comentário, quero-lhe alertar sobre o fato de você citar acima sobre imposto de renda, sonegação e coisas afins.... pois bem, em algum momento você ja refletiu sobre os desvios que este governo ridículo que é do PT está fazendo? a copa mais cara da história, um porto em cuba financiado com dinheiro do BNDES e que NUNCA iremos ver este dinheiro de volta, refinaria de Abreu e Lima que era uma parceria com outro pais esquerdista/comunista (venezuela) e que o Brasil levou um imenso tombo? certamente não, pois como Lobão disse, "discutir com Petista é a mesma coisa que jogar xadrez com um pombo, pois ele não respeita as regras, derruba as peças, caga no tabuleiro e ainda sai de peito estufado achando que ganhou"
Outra coisa, chamar a classe médica de fascista, beira a hipocrisia de alguém com sua inteligência e partidário de políticas de esquerda prega. Não vou ficar me atendo a esta questão política, mas sim na FMC, onde o senhor além de não saber da realidade, parece que mantem um rancor, ódio pelos que ali são formados. quanto ao título de Doutor, que parece lhe incomoda ou atinge seu ego, segue um link abaixo bem explicativo e DIDÁTICO sobre o uso do termo DOUTOR
http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Facademiamedica.com.br%2Fpor-que-as-pessoas-chamam-os-medicos-de-doutor%2F&h=OAQGztz_L

Caso ainda esteja insatisfeito, é fácil lembra-lo que para entrar em um mestrado e um doutorado hoje em dia é bem, mas bem mais fácil que passar em uma prova de residencia médica.

por fim, a sua opinião em nada vale sobre a minha convicção sobre a instituição e a classe médica. Lhe desejo uma boa noite e uma boa reflexão sobre este ódio, que parece mais uma "paixão não correspondida pela medicina" rsrsrs
Saudações democráticas, se é que um esquerdista/comunista sabe o que significa DEMOCRACIA

Roberto Moraes disse...

Caros comentaristas,

Percebi que o debate ganhou diversas nuances, algumas diversas da nota original.

Entendo que isto faz parte da forma de ser dos blogs e das redes sociais.

Mesmo que ao blogueiro haja importância maior em um ou outra parte do debate, compreendo que outras possam ser adotadas.

Porém, identifico que há interesses em picuinhas menores. Desta forma, sem nenhum pudor e com zelo estou moderando alguns comentários.

Vejo que há um que adotou o pseudônimo de Mr. Folumla 1 (sic) e se julga no direito de exigir publicação de seus palpites e agressões gratuitas.

O direito à opinião sempre existiu aqui, mas, não para esta finalidade. Goste ou não seu autor.

Rodrigo Cruzeiro disse...

Douglas da Mata, apesar de concordar com sua visão sobre um dos problemas citados (desorganização/ má gestão atual da FMC), creio que sua opinião generalista sobre os médicos seja no mínimo leviana, isso sem contar com sua visão sobre programas governamentais eleitoreiros e sua visão desinformada sobre Cuba.

Em primeiro lugar, a prática da medicina nunca foi vista como favor, ao menos não pelos médicos de verdade (mas com certeza pelos políticos, que comumente usam a saúde como moeda de troca por votos). Favores são feitos como uma troca, algo que se faz visando outro favor (uma mão lava a outra), e isso não é algo visto na relação médico-paciente.

Segundo: você usa o termo "fascismo" com muita facilidade, mas acho que não sabe o que significa. O que as manifestações médicas têm a ver com essa política? Muito pelo contrário do que pregam os esquerdopatas, a classe médica não busca "reserva de mercado" ou algo parecido (nunca fomos contra a formação de mais médicos, mais vagas em residências, vinda de estrangeiros CAPACITADOS, políticas de saúde preventiva, etc).
A luta contra os desmandos catastróficos do governo se dá pelo bem da saúde do país. Vi que você acredita no conto-de-fadas que ilustra a ilha prisão de Fidel como um paraíso na terra (seria inocência, cegueira ou falta de caráter mesmo?). Parece não saber que a OMS apenas relata dados repassados pelos governos, não os coleta nem os investiga, e acreditar em dados fornecidos por uma ditadura de visão política famosa por ocultar a verdade (verdade essa impossibilitada de ser divulgada pela população e mascarada pelo controle total da mídia e fachadas construídas para enganar turistas) é, no mínimo, muita ignorância. A verdade é que Cuba forma poucos médicos, cuja capacidade em geral é discutível (qual a qualidade/quantidade da produção acadêmica/científica vinda de Cuba? Quantas descobertas, artigos, técnicas ou expoentes de importância internacional na área saem de lá? A qualidade da medicina de Cuba é apenas maquiagem, e os chamados "médicos" provenientes de lá são meros técnicos com conhecimento básico, trabalhando em regime de semi-escravidão para financiar uma ditadura que não consegue se sustentar por si própria.

Terceiro: médicos preferem não atender no interior por este não fornecer os meios mínimos para prover saúde de qualidade para a população. Me parece que você não está "por dentro" do assunto, então explico: o governo petralha realmente acha que a saúde funciona apenas com médicos, mas precisamos de estrutura, precisamos de equipe, precisamos de material para trabalharmos. Viu como sua lógica é furada? Os "deuses" "fascistas" lutam para trabalhar em locais com saneamento básico, com enfermeiros e técnicos, com ambulâncias, com assistentes sociais, com fisioterapeutas, etc. Se fôssemos esses seres arrogantes, auto-suficientes, "hospitalocêntricos" e que não dão a mínima para os pacientes, trabalharíamos em tais lugares sem problema, até porque os salários são bem maiores e os custos de vida são menores.
(Continua)

Rodrigo Cruzeiro disse...

(Continuação)
Não reclamamos do fato de médicos terem concordado em trabalhar em locais aonde não queremos, mas sim da maneira como isso foi feito. Não foram feitos investimentos em nenhum dos já citados pontos (estrutura, equipe, material...) e ainda por cima trazem "médicos" sem a mínima capacitação (não passam no revalida) e brasileiros filiados ao PT e/ou MST (isso mesmo, isso é pré-requisito para bolsa de estudos em Cuba). Toda essa história de mais médicos foi, no fim das contas, uma medida demagógica eleitoreira, e não em prol da saúde.

Quarto: vi que criticou o comentário do Eduardo sobre Dilma e Lula não quererem se tratar em Cuba, associando isso à conduta dele como médico. Tal crítica só demonstra a distorção de lógica que você parece gostar tanto. Ora, se você acredita que um local fornece o melhor tratamento, obviamente irá fazer de tudo para ir se tratar em tal local, não? E, também nada mais que óbvio, o fato dos petistas, tão defensores de Cuba, nunca se tratarem em tal país, demonstra que nem eles acreditam na falácia de que ali há medicina de qualidade. Apenas malucos como Hugo Chaves colocaria sua vida em risco sendo tratado em Cuba mesmo tendo outras opções (há indícios de que nem mesmo Fidel foi tratado por médicos cubanos quando sua situação ficava crítica). Eduardo apenas pontuou que agradece aos médicos cubanos por terem dado fim a dois ditadores, e que seria bom terem dado fim a Lula e Dilma. Tal comentário apenas expôs que o Brasil ficaria melhor sem eles, e em absolutamente nada influencia na conduta dele como médico, como sua lógica torpe tentou insinuar.
Você não disse nada com nada e chegou a uma conclusão idiota, típica de um "pombo enxadrista" assim como a grande maioria das asneiras escritas por você, que sempre se utiliza de desinformação, mudança de foco, reductio ad absurdum e até os famosos "achismo" e "disse-me-disse" para tentar provar seu ponto ou generalizar boatos como se fossem regra, acusando levianamente uma classe sem ter nenhuma prova (muito fácil dizer que todos os médicos sonegam impostos, não é?).

Enfim, vejo que você, Douglas, não conseguiu segurar seu óbvio recalque contra a classe médica e veio a atacá-la utilizando-se da famosa "alfinetada". É tanto ressentimento e amargura que chego a desconfiar de algum motivo escuso para tais ataques. Poderia ter comentado sobre a óbvia desorganização/má gestão da FMC, poderia ter citado o caos estrutural da saúde pública e da educação, poderia até ter chorado (como chorou) a famosa ladainha de que "médico é metido e bobo porque quer ser chamado de dotô" (infantilidade mandou lembrança, e o recalque chegou à extratosfera), mas teve que partir para a simples e pura militância descerebrada típica da esquerda (luta de classes, rico é mau, elites são o diabo em pessoa, meritocracia é apenas para os abastados, ser bem sucedido é fruto de ilegalidade, médicos formam castas, os capitalistas querem os pobres cada vez mais pobres, etc).

Seu discurso cheio de jargões pode enganar a alguns, mas qualquer pessoa com o mínimo de discernimento (ou que saiba usar o google) e que realmente preste atenção no que você escreveu, e que procurar se informar sobre os assuntos, perceberá que tudo o que fez foi defecar pelos dedos.

Rodrigo Cruzeiro disse...

Gostaria que publicasse meu texto-resposta (não este de agora, pois é apenas uma explicação) como uma resposta ilustrando o "outro lado", omitido e criticado por um dos comentaristas que jogou, levianamente, sérias acusações contra toda uma classe, além de semear mentiras como se fossem fatos. No mais, fico por aqui.
Obrigado, e parabéns pelo Blog.

Anônimo disse...

O problema Dr. Roberto é que esse seu amigo não gosta de debate, gosta de polêmica e vou repetir o que falei em outro comentário que o sr. "moderou". Com ele não há debate, concordou...OK, discordou...é imbecil. Petista doente, o PT pode tudo que tem justificativa. Cuba é o paraíso. Deve ser por isso que neguinho foge de lá numa bóia de trator enfrentando tubarão. Deu no que deu.

douglas da mata disse...

Roberto,

Engraçado é que os "jênios" da medicina falam, falam e nunca sabemos por eles uma única linha sobre a "chamada situação da FMC".

O troço (FMC) é tratado como um cânone. O texto como um bula papal.

Bem que eu imaginava que a medicina estava retornando ao obscurantismo religioso.

Sobre conhecer a realidade para falar dela, deve ser interessante para um médico dizer isto:

Então, sem ter câncer, ele nunca poderá ser oncologista?

Então a sociedade não poderá falar de educação, ou das condições do IFF, ou da polícia e seus erros e acertos, ou enfim, de nada mais, se não "viver" estas experiências, como assim?

Vamos enterrar dinheiro público nestes lugares (inclusive a FMC) como cartas brancas? Sem definir rumos e princípios?

O "teor científico" do "facebuquistão" como referência para o "uso" do título como pronome de tratamento é de doer, eu não acredito que alguém sério se dê ao trabalho de continuar a espernear por uma besteira destas.

Eles estão mais incomodados em serem chamados de doutores que serem médicos de verdade.

Encerro por aqui, Roberto.

O caso da medicina é bem mais grave que supúnhamos.

Mas o caso de Campos dos Goytacazes é terminal.

Com todos os recalques e críticas pesadas que tenho em relação a prefeita e seu prefeito-marido, boa parte das reclamações que eles têm sobre esta categoria tem sua razão de ser.

Anônimo disse...

1- Somos humanos e é difícil ser honesto o tempo todo, por mais que queiramos ou que pareça. Quem foi demitido? Algum parente do blogueiro? Alguém responsável pela situação caótica do Hospital Alvaro Alvim? Transparência ajudaria no debate.
2- O senhor Douglas da Mata é um conhecido polemista da blogosfera. Caracteriza-se por usar falácias na sua argumentação, principalmente a desqualificação dos seus adversários por meio de apelidos depreciativos ou similares. Ocasionalmente, nem tão ocasionalmente, perde a compostura e parte para as ofensas pessoais e, quando "surta", fica prolixo e passa a praticar o eruditês. Escrevo como anonimo pelo fato dele ser policial e ter porte de arma. E, não devemos contrariar os loucos. Especialmente os que andam armados.

Christina Kezen disse...

Douglas da Mata, vai morar em Cuba, se tratar com médicos cubanos e nos deixe em paz. Sua opinião leiga e a caca do meu cachorro valem a mesma coisa, ou seja, são cacas apenas. Boa viajem e já vai tarde!

Anônimo disse...

Confesso que desta vez concordo com os argumentos do Douglas e como profissional de saude (nao medico), concordo que da FMC nunca conheci um medico descente que tivesse boa nocao de equipe. Sao todos arrogantes e sem preparo para lidar tanto com pacientes como para trabalhar em equipe multidisciplinar. Reflexo disso esta ai nos comentarios. Nenhum deles debateu os argumentos levantados. Falta de compreensao do texto? Com certeza que sim. Nao se pode discordar deles que acham que voce tem inveja de ser medico. Faca-me o favor... ah, e vao ler um livro que nao seja de medicina, talvez assim possam adquirir alguma cultura, que nao seja a medica, e possam debater sobre politica, economia, cultura geral e nao olhar apenas para o proprio umbigo.

Fernando Salles

Roberto Moraes disse...

Veja o tipo de comentário a que me referi antes.

Digo o das 10:08. Não discute o problema sem fulanizar. Acusa de risco de violência o Douglas e justifica isto para não se identificar.

O debate ampliou a questão de uma instituição local para o problema da saúde de uma forma geral e mais ainda para o debate ideológico sobre a mercantilização da saúde e a reação da classe médica ao "Mais Médicos" e ao direito do cidadão de ser assistido em saúde e à obrigação do governante de buscar meios para atender.

É evidente que todas as questões merecem amplo debate e as opiniões por mais divergentes, e mesmo que repetitivas, merecem ser expostas.

Transparência é sempre bom e nunca é demais. Se tem alguém comemorando demissões e má gestão deveria se explicar melhor, seja ela onde for.

Instituições que se dizem comunitárias não possuem donos e se recebem verbas públicas devem ser expostas, auditadas e seus resultados divulgados.

O doutor Paulo Melo autor da carta a professores e alunos merece resposta às suas indagações e questionamentos.

Ninguém é tão inocente de imaginar que por trás deste debate não haja interesses comerciais como se tornou, infelizmente, a medicina e a saúde, não apenas aqui. Há neste imbróglio uma disputa por monopólio de determinada área da saúde.

Verdade que os problemas da saúde na cidade não serão resolvidos com este debate, mas, não tenho dúvidas, que ele pode ajudar a explicar parte do problema que temos, como se diz na área, ele ajuda a construir um diagnóstico, embora, o tratamento da doença, possa ser doloroso, demorado e sem garantias de resultados perenes.

Isto interessa mais do que a fulanização e/ou picuinhas menores.

Este é o norte que guia há quase uma década o blog e faz com que sigamos em frente!

douglas da mata disse...

Roberto, outros "trocentos" comentários, e ficamos sem saber, de fato, o que se passa na FMC, gerida em parte com nosso dinheiro (público).

Será que teremos que esperar a resposta oficial do MP via auditoria?

Que vergonha não?

É mais ou menos quando fui a uma famosa cardiologista local, mais famosa por ser esteticista que médica, e ao enxergar um pequeno ressalto em uma curva gráfica de um exame, eu lhe perguntei do que se tratava, e ela me disse que era muito complicado para me explicar, rsrs...

Eles nos tomam a todos por idiotas e fazem de sua ciência um cânone religioso.

É esta a fonte de poder, e que a pós-modernidade tem desafiado.

Por isto este desespero aí de cima.

São capazes de entender trilhões de detalhes do seu dedo do pé, ou a "última novidade" farmacológica (adestrado pelos seus tutores, a indústria farmacêutica), ou the last call da tecnologia de diagnóstico, mas não diferencia dengue, de meningite ou uma simples laringite: "é tudo virose", dizem!

Enquanto isto, pilhas e pilhas de processos de erros nos conselhos, acumulados pela impunidade corporativa.

Pelo que vejo, mexemos em algo interessante.

O que tem por trás deste troço?

Quem ganha e quem perde?

Será que existe um "câncer" se alastrando silenciosamente na saúde local?

Teremos alguma solução que não seja este clima de guerra "nuclear"?

rsrs.

Mistérios da medicina campista, mistério dos sacerdotes de jaleco!

fmc.limpa disse...

A FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS instituição mantida pela FUNDAÇÃO BENEDITO PEREIRA NUNES no dia 03 de dezembro de 2013 teve a apresentação feita pelo INSTITUTO LOBO & ASSOCIADOS (empresa de consultoria) do relatório do Diagnostico financeiro da Faculdade de Medicina onde descreve irregularidades na sua gestão como.
- Descontrole dos gastos, principalmente na folha de pagamento que consome mais de 90% de toda a receita da instituição.
- Professores sem cumprir sua carga de horas aula e recebendo salário integral.
- Quantidade excessiva de professores (onde para cada 2 alunos um professor), um verdadeiro cabide de emprego.
- Salários astronômicos de seus administradores e professores.( com diversas regalias pagas pela instituição).
- O curso de Farmácia e a Farmácia escola geram um prejuízo enorme para instituição pois não geram receitas para cobrir suas despesas.


O diretor Dr. NÉLIO ARTILES FREITAS e seu diretor financeiro Sr. LUIZ FERNANDO DA SILVA PRADO, tentaram explicar a situação em que se encontra a FMC se escondendo no discurso de que tudo foi causado pela crise do Hospital Escola Alvaro Alvim (nada haver).

O que ocorreu no HEAA foi má gestão, o mesmo que está ocorrendo na FMC.

FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS não merece passar por essa situação, por sua grande relevância, prestigio e importância.

A FMC é uma Instituição Filantrópica, é uma instituição da população de Campos e não de alguns que a utilizam para seus propósitos pessoais e financeiros.

Será que o Ministério Público não está vendo isso, pois até agora não se manifestou.

https://www.facebook.com/urgente.urgente.7

Anônimo disse...

Ora, se há recurso público envolvido, o debate interessa sim a toda sociedade, em especial aqueles que a representa para que possam objetivamente acionar o poder judiciário, se este for o caso. Entretanto, o que se viu até agora, pelos argumentos expendidos de parte a parte, definitivamente não é um debate, mas uma disputa subalterna de posições que buscam disvirtuar a finalidade da iniciativa, qual seja a de trazer a público o conhecimento integral do que se pretende denunciar. De resto, egocentrismos e interesses outros à parte, sigamos em frente com a construção paulatina do Brasil que desejamos legar para nossos descendentes.

Rui Ribeiro disse...

O querido douglas da matta, ninguém é obrigado a servir ninguém. Se a universidade pública existe, ela deve ser de todos. Culpa do governo cheio de impostos que como um paquiderme inutil não consegue investir em saúde. Mas vejo que o seu vocabulário de esquerdista ta todo pronto. Qualquer um com uma opinião formada é fascista na sua mente pequena, passar bem comuninha!

Anônimo disse...

Este é mais um quadro clássico, tragédia anunciada quando, aquilo que era para funcionar como Entidade com fins Educativos, formando profissionais responsáveis, competentes e acima de tudo repeitando seu juramento, passa a servir interesses político partidários. É como tudo acontece na cidade que escolhemos.Sim porque o voto também passa por aí. Que a FMC consiga recuperar-se sem precisar estender o pires.

Anônimo disse...

Que horror,comunista voltou a comer criancinha!!!

Rodrigo Cuzeiro disse...

Nem respondeu aos meus comentários... Típico pombo enxadrista, como havia dito antes. :)

Anônimo disse...

Acompanhei e analisei todo esse debate e não consegui responder uma pergunta: qual a motivação de todo esse discurso longo, prolixo, infundado e apaixonado do leitor Douglas?
Caro leitor, de todos os argumentos expostos aqui, me surpreendeu a sua veneração aos médicos.
O que tu esperas dessa profissão é algo que ela não é! Medicina não é sacerdócio, não é nunca poder errar, o médico não é deus... É uma profissão como as demais, há bons e ruins profissionais. Médicos trabalham por dinheiro, como eu e você!
Li em suas entrelinhas, de forma quase que subliminar, o conto A Raposa e as Uvas.
Também estás equivocado quanto a Cuba... em um país onde o aborto é legalizado, ocorre em grande número e principalmente quando há qualquer tipo de deficiência na criança é fácil falar de baixa mortalidade infantil (matam para não morrer), um país onde a formação de médicos é banalizada e em período mais curto do que o recomendado é fácil ter uma grande relação médico/habitante, em um país onde a produção científica é mínima e sem acesso a atualizações e tecnologias é algo contraditório ter medicina de qualidade, e por aí vai...
Quanto ao problema da FMC, farei o que você também deveria fazer, apenas lamento e fico na torcida por dias melhores, deixo o julgamento para quem sabe o que está falando e para quem entende do assunto.
Aproveitar o post para fazer terapia não está correto, é vergonhoso.

Anônimo disse...

O programa Mais médicos na verdade é mais cabo-eleitorais (do PT)!

Essa é a VERDADE!

Anônimo disse...

Os pobres tem ou não direito de ser atendido?

Isto dá voto ou concede direito?

Quem nao precisa nao sabe mesmo o que isto significa

Anônimo disse...

Os pobres têm o direito de serem atendidos por médicos brasileiros, isentos, competentes, com reais condições de trabalho.
Essa é a VERDADE!

Bruno L disse...

Salvo engano, dizem, a FMC tem autorização para oferecer quase o dobro de vagas que atualmente oferece em seus vestibulares de Medicina.

Deve estar entre a cruz e a espada: precisa de capitalização, e novas vagas contribuiriam; precisa manter o curso e o mercado reservados para alguns poucos.

Vá lá que as cabeças que rolaram bem que poderiam aguentar, com um estoicismo mártir: é pelo bem da classe, oras! Ou vão querer abrir mais vagas e deixar os filhos da boa casta, esses que podem dizer "ora, quem é você para falar sobre isso?", disputar anatômico com qualquer desclassificado campista?
Tirar foto com aquele cadáver desconhecido, que você agradece no convite de formatura, e postar no face não é pra qualquer um! Pensando o quê!?

Os esbirros da turma do jaleco nos comentários são de fazer corar frade de pedra.

Uma desgraça.

A julgar pelos descalabros que cometeram na administração municipal; agora afundando uma Faculdade e uma cooperativa/plano de saúde, ao que parece, administrar não é lá o forte desse pessoal.

Mas a culpa é do governo, do Sistema Único... dia desses, li na rede social o relato de uma mãe há mais de 3 horas esperando, sem sucesso, qualquer atendimento de 3 minutos que essa turma presta na Unimed Campos.

Desistiu e foi pra UPA. Foi atendida com cordialidade, com menos de 30 minutos de espera, por um dos 3 pediatras disponíveis. Ao seu relato, outros vieram à reboque, testemunhando a falência da aludida instituição privada (pequena pausa para culto ao Deus Mercado) e relatando outros bons atendimentos recebidos no sistema público.

E assim o mito da eficiência privada vai desmoronando, junto daquele que atesta a ineficácia do público.

Mas, voltando aos esbirros...

E não conseguiram explicar a tal "consulta social", eufemismo para a sonegação fiscal que conseguiram alçar à modalidade regular de atendimento.

O doutor das arábias eu já conheço do Face. Curte o que chama de "Movimento de 64", defende a família e a tradição contra o homossexualismo e gosta do Bolsonaro. Esse eu já havia tomado nota, que é pra voltar da porta do consultório. Agora com mais ênfase e cuidado, que é pra não correr o risco de sofrer o mesmo extermínio que ele prescreve por desejo ao Lula e a Dilma. Já até matou o Fidel! Perigosinho!

Um troço desses é até bom avisar ao MP, já que o conselho pouco ou nada ajudaria...

Peço que os demais colegas do rapaz deixem de comentar anonimamente, para que possamos tomar nota também. Antes prevenir que remediar.

Anônimo disse...

Impressionante, como esses médicos se acham uma classe privilegiada, que não aceitam críticas e qualquer comentário que não atendam aos seus interesses, eles logo falam que é coisa de petista.Me tornei simpatizante da Dilma, depois do programa "Mais médicos". A classe médica perdeu uma boa oportunidade de se aproximar da população sendo a favor da vinda dos médicos estrangeiros. Agora é tarde, o que fizeram foi mostrar um lado facista que enojou a todos!

Herval Junior disse...

Sem querer entrar no mérito da discussão e do texto bravamente escrito pelo professor Doutor Paulo Melo,quero expressar aqui meu profundo respeito e admiração por esse homem que dedicou muito tempo de sua vida por essa faculdade, a FMC, e pelos estudos.
Em meus 48 anos de vida,jamais vi alguém estudar tanto quanto Paulo Melo ,que aprendi a gostar desde que ,nos anos 70,morou na minha casa durante 4 anos enquanto cursava medicina ,onde funciona até hoje a pensão da Dona Ilze,minha digníssima mãe.
Parabéns pela acolhida do texto,professor Roberto Moraes e um forte abraço,se ele estiver lendo,ao grande amigo ,professor e doutor sim, Paulo Melo.

Anônimo disse...

Parabéns Bruno L. pelas suas colocações!O nome do "perigosinho já anotei, pra não chegar nem na porta do consultório!

Anônimo disse...

Faculdade de Medicina de Campos não pagou as férias de seus professores e demitiu quem não podia ser demitido.
Conforme o disposto no acordo coletivo de trabalho firmado entre a FMC-FBPN e o SINPRO, o pagamento das férias deveria ter sido realizado em Dezembro de 2013. Já sabemos o que vai acontecer. Vejam o exemplo da Gama Filho. Greves, ações individuais e coletivas, intervenções do MP e MEC, etc, com todas as suas consequências.
Além disso demitiram quem não podia ser demitido e agora são obrigados a recuar. É muita incompetência!
"FÉRIAS E LICENÇAS
DURAÇÃO E CONCESSÃO DE FÉRIAS

CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA - FÉRIAS

As férias dos Professores serão anuais, com duração de trinta dias corridos e gozados no período de 02 a 31 de janeiro.

Parágrafo 1º - A IES está obrigada a pagar a remuneração de férias no período aquisitivo disposto no caput, o adicional constitucional de 1/3 será pago juntamente com as férias que se iniciam em 02 de janeiro, até dois dias úteis que anteceder o referido período.

Parágrafo 2º - As férias não poderão iniciar-se aos domingos, feriados, dias de compensação de descanso semanal remunerado e nem aos sábados.

Parágrafo 3º - Em caso de descumprimento de qualquer dispositivo acima, fica desde já estipulado uma multa pecuniária em favor ao professor, no equivalente ao valor em dobro, devido no pagamento das férias, e ainda caberá oficiar ao SINPRO para que tome as providências que requer o caso. "

Anônimo disse...

temos a curso de farmacia meu caros amigos estudo la gosto muito . mas parece q esta mudanca e valida para nao ficar aqueles doutores achando q nao podem sair de la vao mostrartrabalho agora todos juntos .

Downloadsmile disse...

UNIPAC-MG , SOUZA MARQUES-RJ , UNIFESO-RJ , UNIG-RJ , FAA-RJ , USS-RJ , são as piores faculdades de medicina da região Minas Rio. As melhores ainda são Faculdade de Petropolis , UNIGRNARIO-RJ , Suprema-MG , Estacio-RJ , Unifoa-RJ ...infelizmente a FMC esta indo pro buraco com a má administração....