Há cinco anos, em 2008, este blogueiro acompanhou, com detalhes, o 15 de janeiro, em Santo Amaro. Aproveitou a oportunidade para registrar detalhes da tradicional festa da Baixada Campista. Clique aqui e veja como se manifesta a religiosidade e a tradição que extrapola o interesse de moradores de nossa região. Abaixo apenas dois das dezenas de registros fotográficos.
67 anos, professor titular "sênior" do IFF (ex-CEFET-Campos, RJ) e engenheiro. Pesquisador atuante nos temas: Capitalismo de Plataformas; Espaço-Economia e Financeirização no Capitalismo Contemporâneo; Circuito Econômico Petróleo-Porto; Geopolítica da Energia. Membro da Rede Latinoamericana de Investigadores em Espaço-Economia: Geografia Econômica e Economia Política (ReLAEE). Espaço para apresentar e debater questões e opiniões sobre política e economia. Blog criado em 10 agosto de 2004.
terça-feira, janeiro 15, 2013
Oito ex-prefeitos do ES são presos por corrupção
Oito ex-prefeitos de cidades do Espírito Santo foram de pela manhã pelo Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nuroc), da Polícia Civil.
Um total de 25 mandados de prisão referentes ao desdobramento da 'Operação Derrama', ocorrida em 27 de dezembro estão sendo cumpridos hoje. A operação constatou um esquema de corrupção nas prefeituras de Guarapari, Linhares, Aracruz, Anchieta, Jaguaré, Piúma e Marataízes.
Em dezembro, onze pessoas foram presas, entre funcionários municipais e fiscais de renda da Prefeitura de Aracruz, os sócios de uma empresa e um funcionário do Tribunal de Contas do Estado. Todos os presos foram encaminhados ao Centro de Triagem de Viana.
Em dezembro, onze pessoas foram presas, entre funcionários municipais e fiscais de renda da Prefeitura de Aracruz, os sócios de uma empresa e um funcionário do Tribunal de Contas do Estado. Todos os presos foram encaminhados ao Centro de Triagem de Viana.
Justiça aceita denúncia contra licenciamento ambiental de siderúrgica no Complexo do Açu
A juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce dos Santos, da 38ª Vara Criminal do Rio, aceitou a denúncia do Ministério Público contra nove pessoas e três empresas - Ecologus Engenharia Consultiva, Ternium Brasil S.A e Braile Engenharia - por crimes contra a administração ambiental no processo de licenciamento da siderúrgica Ternium S/A, no Complexo Industrial do Açu, no Norte Fluminense.
Entre os indiciados está Carlos Alberto Fonteles de Souza, diretor de Informação e Monitoramento Ambiental do Insitituto Estadual do Ambiente (Inea) e as analistas Mariana Palagano e Tânia Maria Araujo Penna, também do órgão. O grupo é acusado de apresentar estudos contendo dados parcialmente falsos e enganosos e inclusão de informações inverídicas no processo para obtenção de licenciamento ambiental.
PS.: Atualizado às 10:18: O licenciamento ambiental questionado judicialmente é da siderúrgica Ternium do grupo ítalo-argentino Techint. Apesar de já possuir o licenciamento ambiental que agora está sendo questionado judicialmente, o grupo já havia suspendido (ou adiado) a instalação no complexo do Açu, depois que adquiriu 22% das ações da siderúrgica Usiminas, com os US$ 5 bilhões que tinha em caixa para a construção da unidade em SJB.
Veja no mapa abaixo a localização prevista para a siderúrgica Ternium no Distrito Industrial de São João da Barra - DISJB, uma Parceria-Público-Privada entre a Codin pelo governo estadual e a LLX pelo grupo EBX.
O grupo Technint é uma das empresas listadas para adquirir a siderúrgica CSA, construída recentemente, em Santa Cruz no Rio de Janeiro pelo grupo alemão Tyssen. Por conta destes dois movimentos e pela existência de capacidade instalada de siderúrgicas atualmente no mundo o projeto do Açu estava adiado e sem prazo.
Após a decisão da Justiça será importante observar a manifestação da Ternium e também do Inea que teve seus servidores arguidos criminalmente.
Entre os indiciados está Carlos Alberto Fonteles de Souza, diretor de Informação e Monitoramento Ambiental do Insitituto Estadual do Ambiente (Inea) e as analistas Mariana Palagano e Tânia Maria Araujo Penna, também do órgão. O grupo é acusado de apresentar estudos contendo dados parcialmente falsos e enganosos e inclusão de informações inverídicas no processo para obtenção de licenciamento ambiental.
PS.: Atualizado às 10:18: O licenciamento ambiental questionado judicialmente é da siderúrgica Ternium do grupo ítalo-argentino Techint. Apesar de já possuir o licenciamento ambiental que agora está sendo questionado judicialmente, o grupo já havia suspendido (ou adiado) a instalação no complexo do Açu, depois que adquiriu 22% das ações da siderúrgica Usiminas, com os US$ 5 bilhões que tinha em caixa para a construção da unidade em SJB.
Veja no mapa abaixo a localização prevista para a siderúrgica Ternium no Distrito Industrial de São João da Barra - DISJB, uma Parceria-Público-Privada entre a Codin pelo governo estadual e a LLX pelo grupo EBX.
O grupo Technint é uma das empresas listadas para adquirir a siderúrgica CSA, construída recentemente, em Santa Cruz no Rio de Janeiro pelo grupo alemão Tyssen. Por conta destes dois movimentos e pela existência de capacidade instalada de siderúrgicas atualmente no mundo o projeto do Açu estava adiado e sem prazo.
Após a decisão da Justiça será importante observar a manifestação da Ternium e também do Inea que teve seus servidores arguidos criminalmente.
segunda-feira, janeiro 14, 2013
Só 14 dos 59 municípios que terão eleições suplementares têm data para o pleito definida
Da Agência Brasil:
"Até agora, 45 dos 59 municípios brasileiros que tiveram o resultado da última eleição para prefeito anulado continuam sem data para o novo pleito. A revogação da disputa nessas cidades ocorreu porque o candidato que obteve mais de 50% dos votos válidos teve o registro de candidatura indeferido em última instância.
Na lista das 14 cidades que já definiram calendários, Guarapari (ES) será a primeira a conhecer o novo prefeito no dia 3 de fevereiro. Um mês depois, dia 3 março, é a vez de mais dez cidades resolverem a pendência: Bonito (MS), Sidrolândia (MS), Tangará (SC), Criciúma (SC), Campo Erê (SC), Balneário Rincão (SC), Camamu (BA), Novo Hamburgo (RS), Eugênio de Castro (RS) e Erechin (RS). Já o município de Pedra Branca do Amapari ( AP) vai eleger o novo prefeito em 31 de março, e as cidades mineiras de Biquinhas e São João do Paraíso, no dia 7 de abril.
Nos municípios onde os processos ainda dependem de julgamento, o presidente da Câmara Municipal de Vereadores continua no comando do Executivo local. O calendário e as regras das eleições das cidades que ainda precisam eleger prefeitos este ano são de responsabilidade dos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais, mas não há prazo para que os TREs definam essas datas."
Na lista das 14 cidades que já definiram calendários, Guarapari (ES) será a primeira a conhecer o novo prefeito no dia 3 de fevereiro. Um mês depois, dia 3 março, é a vez de mais dez cidades resolverem a pendência: Bonito (MS), Sidrolândia (MS), Tangará (SC), Criciúma (SC), Campo Erê (SC), Balneário Rincão (SC), Camamu (BA), Novo Hamburgo (RS), Eugênio de Castro (RS) e Erechin (RS). Já o município de Pedra Branca do Amapari ( AP) vai eleger o novo prefeito em 31 de março, e as cidades mineiras de Biquinhas e São João do Paraíso, no dia 7 de abril.
Nos municípios onde os processos ainda dependem de julgamento, o presidente da Câmara Municipal de Vereadores continua no comando do Executivo local. O calendário e as regras das eleições das cidades que ainda precisam eleger prefeitos este ano são de responsabilidade dos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais, mas não há prazo para que os TREs definam essas datas."
Carros no Brasil e no mundo
Uma matéria na revista Carta Capital desta semana, sobre o novo regime automotivo produzido pelo governo suscita questões interessantes. Entre outras há comparações entre os modelos de carros lançados aqui e lá fora. Eles apresentam diferentes performances, apesar da mesma carcaça externa.
Exemplos: o Fiat Punto 1.4 com consumo de 14,8 km/l de gasolina no Brasil, contra 22,2 Km/l na Inglaterra. O Ford Fiesta 1.0 com consumo de 10,8 km/l aqui, tem consumo de 21,8 Km/l na Inglaterra. O Fox da VW com 15,5 Km/l no Brasil enquanto o similar inglês faz 19,7 Km/l. Três exemplos de diferentes montadoras.
Há quem veja neste fato o livre mercado. Se há demandas e consumo não haveria porque o governo se intrometer na relação produtor e o mercado consumidor. As margens de lucro das montadora no Brasil é praticamente o dobro do que acontece lá fora.
No Brasil há atualmente doze montadoras instaladas. Somos o 7º mercado produtor e o 4º mercado consumidor com 3 milhões de veículos vendidos em 2012 pelas montadoras que tiveram faturamento de US$ 121 bilhões e empregaram 150 mil trabalhadores e um total de 1,3 milhão de empregados em toda a cadeia de produção de automóveis.
Diante do tamanho e da magnitude do setor é certo que é papel do governo impor regras e regulações de inovação com instalação de centros de pesquisa, nacionalização de peças, eficiência energética, redução na emissão de resíduos, investimentos em novas indústrias, etc. Fora daí é apenas deixar o lucro fácil neste enorme e cada vez mais atraente mercado.
Exemplos: o Fiat Punto 1.4 com consumo de 14,8 km/l de gasolina no Brasil, contra 22,2 Km/l na Inglaterra. O Ford Fiesta 1.0 com consumo de 10,8 km/l aqui, tem consumo de 21,8 Km/l na Inglaterra. O Fox da VW com 15,5 Km/l no Brasil enquanto o similar inglês faz 19,7 Km/l. Três exemplos de diferentes montadoras.
Há quem veja neste fato o livre mercado. Se há demandas e consumo não haveria porque o governo se intrometer na relação produtor e o mercado consumidor. As margens de lucro das montadora no Brasil é praticamente o dobro do que acontece lá fora.
No Brasil há atualmente doze montadoras instaladas. Somos o 7º mercado produtor e o 4º mercado consumidor com 3 milhões de veículos vendidos em 2012 pelas montadoras que tiveram faturamento de US$ 121 bilhões e empregaram 150 mil trabalhadores e um total de 1,3 milhão de empregados em toda a cadeia de produção de automóveis.
Diante do tamanho e da magnitude do setor é certo que é papel do governo impor regras e regulações de inovação com instalação de centros de pesquisa, nacionalização de peças, eficiência energética, redução na emissão de resíduos, investimentos em novas indústrias, etc. Fora daí é apenas deixar o lucro fácil neste enorme e cada vez mais atraente mercado.
domingo, janeiro 13, 2013
40% de propaganda e a redução do conteúdo informativo nos jornais impressos
Há algum tempo já parei de assinar impressos. A única exceção que faço é ao Valor pela sua densidade informativa em economia, política e cultura, minhas, preferências. Também não tenho assinaturas eletrônicas. Uso portais informativos e blogs para informações online e leitura de opiniões e análises.
Não abandonei as assinaturas dos impressos apenas pela discordâncias com suas linhas editoriais. Se fosse assim, teria abandonado-as há muito mais tempo e não estaria ainda lendo o Valor, embora, este ligado ao capital, se mostre muitas vezes mais plural em suas colunas e artigos de opinião que todos os demais.
Muito raramente compro em banca algum exemplar. Estando no Rio, abro uma exceção, quando no sábado à tarde, já se tem acesso ao exemplar do domingo. Isto me traz boas recordações do passado e de uma época em que os jornais impressos eram, quase, que a única forma de nos atualizarmos.
Foi assim que ontem comprei O Globo de hoje. Impressionou-me a sua acelerada redução e desatualização com as informações. O jornal antes era muito mais informativo que atualmente. Cada vez é mais superficial, repetitivo e sem novidades.
Porém, chamou a minha atenção o rumo que estão dando ao conteúdo cada vez mais entremeado com propagandas, num caminho muito parecido à da maioria das revistas semanais.
O fato me fez lembrar que no final de década de 80, comecei a contar o percentual de páginas de propagandas e era quase meio a meio. Sentia-me agredido com aquela invasão exagerada.
Parece que os jornais impressos estão caminhando na mesma direção. Fiz questão de contar a quantidade de páginas (equivalentes) com propaganda tirando os suplementos e classificados, já quase que exclusivos propagandísticos e comerciais. De um total de 50 páginas, um total de 20 páginas (40%) eram de propaganda, a maioria de página inteira.
Imagino que estejam buscando receitas para além da venda dos exemplares como sempre fizeram. Evitam aumentar o preço do exemplar, evitando a já grande redução de vendas, o que implicaria no valor cobrado pelas páginas aos anunciantes.
Porém, parece, que estão trilhando um caminho ainda mais perigoso e arriscado de ver seu patrimônio, ainda mais dilapidado, por uma redução que seria acumulada à da perda da credibilidade questionada pela linha editorial e também pelas outras alternativas que dispomos para nos informar.
A redução da quantidade de informações e de análises variadas e plurais é impressionante. O mesmo acontece com a Folha de São Paulo e com o Estadão. Já não se pode comparar, por exemplo com o espanhol El País que é cada vez mais informativo, e não apenas sobre a Espanha, tanto na versão impressa como no seu portal online.
Sinceramente, que não sinto mais falta do impresso. Sei que o faturamento enquanto órgão de mídia, tanto faz no impresso, quanto na versão da internet, embora se saiba, que a a segunda remunera em padrões muitos menores, do que o impresso e de que um alimenta o prestígio (desprestígio) ou crédito (descrédito) do outro.
O receio em cobrar pelo acesso ao portal, ou pelo menos a parte do conteúdo é grande, embora, seja quase que a única alternativa que lhe restarão.
A verdade é que ao perderem a capacidade de informar seus antigos leitores também foram perdendo, paulatinamente, as suas capacidades, que gabavam de "formação de opinião", hoje, cada vez mais produzida pelas pessoas, após lerem as informações de diferentes fontes, abordagens, análises e opiniões.
Enfim, vamos ver em que tudo isto irá resultar.
Assim, divido e provoco o leitor-colaborador, a emitir suas opiniões.
Não abandonei as assinaturas dos impressos apenas pela discordâncias com suas linhas editoriais. Se fosse assim, teria abandonado-as há muito mais tempo e não estaria ainda lendo o Valor, embora, este ligado ao capital, se mostre muitas vezes mais plural em suas colunas e artigos de opinião que todos os demais.
Muito raramente compro em banca algum exemplar. Estando no Rio, abro uma exceção, quando no sábado à tarde, já se tem acesso ao exemplar do domingo. Isto me traz boas recordações do passado e de uma época em que os jornais impressos eram, quase, que a única forma de nos atualizarmos.
Foi assim que ontem comprei O Globo de hoje. Impressionou-me a sua acelerada redução e desatualização com as informações. O jornal antes era muito mais informativo que atualmente. Cada vez é mais superficial, repetitivo e sem novidades.
Porém, chamou a minha atenção o rumo que estão dando ao conteúdo cada vez mais entremeado com propagandas, num caminho muito parecido à da maioria das revistas semanais.
O fato me fez lembrar que no final de década de 80, comecei a contar o percentual de páginas de propagandas e era quase meio a meio. Sentia-me agredido com aquela invasão exagerada.
Parece que os jornais impressos estão caminhando na mesma direção. Fiz questão de contar a quantidade de páginas (equivalentes) com propaganda tirando os suplementos e classificados, já quase que exclusivos propagandísticos e comerciais. De um total de 50 páginas, um total de 20 páginas (40%) eram de propaganda, a maioria de página inteira.
Imagino que estejam buscando receitas para além da venda dos exemplares como sempre fizeram. Evitam aumentar o preço do exemplar, evitando a já grande redução de vendas, o que implicaria no valor cobrado pelas páginas aos anunciantes.
Porém, parece, que estão trilhando um caminho ainda mais perigoso e arriscado de ver seu patrimônio, ainda mais dilapidado, por uma redução que seria acumulada à da perda da credibilidade questionada pela linha editorial e também pelas outras alternativas que dispomos para nos informar.
A redução da quantidade de informações e de análises variadas e plurais é impressionante. O mesmo acontece com a Folha de São Paulo e com o Estadão. Já não se pode comparar, por exemplo com o espanhol El País que é cada vez mais informativo, e não apenas sobre a Espanha, tanto na versão impressa como no seu portal online.
Sinceramente, que não sinto mais falta do impresso. Sei que o faturamento enquanto órgão de mídia, tanto faz no impresso, quanto na versão da internet, embora se saiba, que a a segunda remunera em padrões muitos menores, do que o impresso e de que um alimenta o prestígio (desprestígio) ou crédito (descrédito) do outro.
O receio em cobrar pelo acesso ao portal, ou pelo menos a parte do conteúdo é grande, embora, seja quase que a única alternativa que lhe restarão.
A verdade é que ao perderem a capacidade de informar seus antigos leitores também foram perdendo, paulatinamente, as suas capacidades, que gabavam de "formação de opinião", hoje, cada vez mais produzida pelas pessoas, após lerem as informações de diferentes fontes, abordagens, análises e opiniões.
Enfim, vamos ver em que tudo isto irá resultar.
Assim, divido e provoco o leitor-colaborador, a emitir suas opiniões.
Museu da Cachaça em Salinas, MG
Por aqui já falamos no Museu do Açúcar, mas, ficamos nas intenções. Em Salinas a pouco mais de 600 quilômetros de Belo Horizonte, hoje, conhecida nacionalmente pela cultura da fabricação das melhores e mais caras cachaças do Brasil, foi inaugurado nos últimos dias de dezembro, o Museu da Cachaça.
Em Edinburgo, na Escócia, há o conhecido e similar Museu do Whiskey. Pela descrição do museu de Salinas, ele é muito maior que o escocês. O projeto completo desenvolvido pelo governo mineiro em parceria com a Prefeitura da Salinas tem previsão de ocupar 13 mil m² e está abeto para a visitação gratuita entre quarta e domingo das 9 às 19 horas.
São temas do museu: história da cachaça em Salinas, plantação, colheita e moagem da cana, sociedade do açúcar, engenhos antigos e atuais,terão exposições abrigadas em oito salas, além de uma sala que será dedicada ao produtor Anísio Santiago, fabricante da Havana. Haverá salas de reunião para produtores de cachaça e espaço na loja para a venda de produtos regionais, além de áreas de interação para os moradores.
Pelo que se vê pelas fotos que podem ser visualizadas aqui, as salas têm um pé direito alto e modernas instalações. Ainda, segundo as reportagens sobre a inauguração do museu, as salas expositivas reúnem painéis fotográficos, áudios, vídeos, uma enorme instalação com garrafas de cachaça produzidas em Salinas (1.750 garrafas, numa instalação de 9 metros de altura), equipamentos utilizados nos alambiques e nichos para experiência sensorial das características da bebida. Imagens de Debret e Post ajudam a contar a história da introdução da cana de açúcar no Brasil.
No todo, o museu implantado em área onde funcionou o antigo aeroporto de Salinas, possui blocos de espaços distintos. Nove salas com exposições, espaço administrativo e destinado à realização de negócios, restaurante, biblioteca, brinquedoteca, NIP-Núcleo de Imagem Projetada, etc.
O projeto foi desenvolvido durante um bom período de tempo com discussões comunitárias, segundo as informações. Um projeto como este tem que estar articulado com programas e roteiros turísticos e culturais para ter sustentabilidade e arrastar outras atividades.



Em Edinburgo, na Escócia, há o conhecido e similar Museu do Whiskey. Pela descrição do museu de Salinas, ele é muito maior que o escocês. O projeto completo desenvolvido pelo governo mineiro em parceria com a Prefeitura da Salinas tem previsão de ocupar 13 mil m² e está abeto para a visitação gratuita entre quarta e domingo das 9 às 19 horas.
São temas do museu: história da cachaça em Salinas, plantação, colheita e moagem da cana, sociedade do açúcar, engenhos antigos e atuais,terão exposições abrigadas em oito salas, além de uma sala que será dedicada ao produtor Anísio Santiago, fabricante da Havana. Haverá salas de reunião para produtores de cachaça e espaço na loja para a venda de produtos regionais, além de áreas de interação para os moradores.
Pelo que se vê pelas fotos que podem ser visualizadas aqui, as salas têm um pé direito alto e modernas instalações. Ainda, segundo as reportagens sobre a inauguração do museu, as salas expositivas reúnem painéis fotográficos, áudios, vídeos, uma enorme instalação com garrafas de cachaça produzidas em Salinas (1.750 garrafas, numa instalação de 9 metros de altura), equipamentos utilizados nos alambiques e nichos para experiência sensorial das características da bebida. Imagens de Debret e Post ajudam a contar a história da introdução da cana de açúcar no Brasil.
No todo, o museu implantado em área onde funcionou o antigo aeroporto de Salinas, possui blocos de espaços distintos. Nove salas com exposições, espaço administrativo e destinado à realização de negócios, restaurante, biblioteca, brinquedoteca, NIP-Núcleo de Imagem Projetada, etc.
O projeto foi desenvolvido durante um bom período de tempo com discussões comunitárias, segundo as informações. Um projeto como este tem que estar articulado com programas e roteiros turísticos e culturais para ter sustentabilidade e arrastar outras atividades.



sábado, janeiro 12, 2013
Nova geografia?
Países do sul passarão os países do norte em 2013. Isto é o que fala artigo do José Eustáquio Diniz Alves no portal EcoDebate refletindo sobre o tema a partir da questão ambiental. Confira mais detalhes aqui. Abaixo o gráfico que é tema da reflexão e que foi disponibilizado pela professora Margarida Mussa em seu perfil no Facebook.
sexta-feira, janeiro 11, 2013
Panrotas informa sobre hotéis da Bristol em SJB
A tradicional publicação da área de turismo, Panrotas, divulgou em sua página na internet a decisão da Rede Allia de construir dois hotéis (um hotel mais um flat) em São João da Barra.
Catadore(a)s programam manifestação dia 16 em Campos
Os catadores de lixo e apoiadores organizam manifestação no dia 16/01, quarta-feira, a partir das 10 horas, na Praça São Salvador, em Campos. Eles reivindicam uma política pública de inclusão produtiva recomendada pela nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, em contrapartida ao fechamento dos lixões e ao desemprego dos catadores tradicionais.
quinta-feira, janeiro 10, 2013
Globalização, mundialização e planetarização
A conceituação e diferenciação destas categorias é do uruguaio, historiador e cientista político, René Dreifuss que teve grande atuação acadêmica na UFF.
O resumo desta conceituação está citado no livro "Reflexões Im-pertinentes - História e Capitalismo Contemporâneo" de Virgínia Fontes.
Ele ajuda a compreender as questões atuais, para além do determinismo econômico, insistindo em sua influência na maneira de viver e pensar e também sobre o uso e as formas de poder:
Globalização - serve para designar os procedimentos econômicos em curso que, segundo ele, conduziram a uma meta-industrialização;
Mundialização - se refere à crescente aproximação dos modos de viver e pensar;
Planetarização - expõe as novas formas de controle político e para os "modos de dominar".
O resumo desta conceituação está citado no livro "Reflexões Im-pertinentes - História e Capitalismo Contemporâneo" de Virgínia Fontes.
Ele ajuda a compreender as questões atuais, para além do determinismo econômico, insistindo em sua influência na maneira de viver e pensar e também sobre o uso e as formas de poder:
Globalização - serve para designar os procedimentos econômicos em curso que, segundo ele, conduziram a uma meta-industrialização;
Mundialização - se refere à crescente aproximação dos modos de viver e pensar;
Planetarização - expõe as novas formas de controle político e para os "modos de dominar".
quarta-feira, janeiro 09, 2013
A maldição do muxuango!
Muxuango, o tipo rústico das planícies de restinga, descrito por Lamego em sua obra, para o homem característico de nossa Baixada, que envolve Campos e SJB, pode, mesmo com o seu "ar tímido e arisco", alourado, ter retornado de sua impassividade caipira e do interior de sua baixa e acanhada habitação, coberta de tabuinhas, vociferado, do alto dos olhos verdes - que vê debaixo para cima - e sobre o nariz reto, a sua mais nova maldição informando estar tudo isto apenas em seu início.Observando os cenários, os fatos atuais e pretéritos é ainda oportuno e possível parodiar o poeta Drummond que lembrava sua Itabira afirmando que: São João da Barra é apenas uma fotografia!
OIT: Brasil tem maior nº de domésticas do mundo - 7,2 milhões
Em seu relatório sobre essa atividade e sobre a falta de proteção social dessa classe de trabalhadores no mundo, a OIT, informou que o Brasil tinha, em 2010, 7,2 milhões de domésticas. Em 1995 eram 5,1 milhões. A Índia vem em segundo lugar, com 4,2 milhões de domésticas.
A própria OIT, porém, coloca o número em dúvida, citando trabalhos de organizações não governamentais, que apontam 90 milhões de domésticas no segundo país mais populoso e um dos mais desiguais do mundo.
Globalmente, o numero de domésticas cresceu de forma expressiva nos últimos 15 anos. Passou de 33,2 milhões para 52,6 milhões entre 1995 e 2010, sempre segundo dados oficiais. O crescimento tem sido maior na América Latina, influenciado por México e Brasil.
O relatório aponta a extrema vulnerabilidade dessas profissionais em boa parte dos países. Elas trabalham mais horas e não têm os mesmos direitos que outros empregados. No caso do Brasil, no entanto, a OIT diz que, apesar do alto índice de informalidade, as condições de trabalho e, sobretudo, os salários, das domésticas melhoraram “significativamente” na última década.
Globalmente, o numero de domésticas cresceu de forma expressiva nos últimos 15 anos. Passou de 33,2 milhões para 52,6 milhões entre 1995 e 2010, sempre segundo dados oficiais. O crescimento tem sido maior na América Latina, influenciado por México e Brasil.
O relatório aponta a extrema vulnerabilidade dessas profissionais em boa parte dos países. Elas trabalham mais horas e não têm os mesmos direitos que outros empregados. No caso do Brasil, no entanto, a OIT diz que, apesar do alto índice de informalidade, as condições de trabalho e, sobretudo, os salários, das domésticas melhoraram “significativamente” na última década.
Enquanto uma doméstica trabalha, em média, 65,9 horas por semana na Malásia, no Brasil a carga semanal seria em torno de 36,8 horas, segundo a OIT.
Fonte: Valor Online.
Catadores de lixo são desprezados em Campos
A professora da UFF, Erica Almeida que acompanha a situação dos catadores de lixo que atuavam no lixão em Campos, escreve ao blog apontando os problemas. No dia 1 de maio de 2012 Erica já relatava aqui o problema. No dia 16 de junho de 2012 ela informou (aqui) sobre o descompromisso da PMCG. Veja
abaixo o relato da situação atual que é lamentável. Como sempre faz, o blog abre espaço para os gestores se manifestarem:
"Caro Roberto, te escrevo para solicitar o seu apoio na divulgação da situação atual dos catadores em Campos. Após 7 meses do fechamento do lixão da Codin, ainda não há nenhuma proposta de inclusão produtiva daqueles catadores na Política Local de Resíduos Sólidos. Lamentavelmente, a coleta seletiva e a reciclagem, atividades presentes na nova Política de Resíduos Sólidos e que visam oferecer novos espaços produtivos aos catadores parece não ser prioridade do governo municipal. Depois de um fechamento abrupto e sem planejamento que deixou mais de 400 trabalhadores sem a sua principal fonte de renda, o governo local não conseguiu sequer realizar a proposta que consta no plano de encerramento do lixão: - a abertura da Usina de Reciclagem e a contratação de 90 catadores. Sete meses depois, o saldo é desesperador: 70 catadores empregados como varredores, Usina fechada e o não –pagamento da sexta e última parcela negociada com o Secretário de Serviços Públicos aos 416 catadores que não foram empregados pela Vital Engenharia. Espero que ao ler essa notícia os seus leitores possam se juntar a nós numa mobilização em apoio a esses trabalhadores que há mais de 20, 30 anos não fizeram outra coisa senão trabalhar na coleta de resíduos sólidos em condições extremamente desumanas e correndo todos os riscos que uma atividade desprotegida e insalubre oferece. Invisível aos olhos do poder público durante tantos anos, essa questão volta à cena pública em virtude da necessidade do fechamento dos lixões, sem contudo provocar uma discussão local sobre as inúmeras possibilidade de articulação entre o social e o ambiental. Em tempos de incertezas, esperamos contar com a sensibilidade daqueles que estão na gestão da coisa pública no sentido de intermediarem alternativas compatíveis com a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, assim como já vêm acontecendo em outros municípios.
Abraços e, mais uma vez, obrigada pelo seu apoio."
abaixo o relato da situação atual que é lamentável. Como sempre faz, o blog abre espaço para os gestores se manifestarem:
"Caro Roberto, te escrevo para solicitar o seu apoio na divulgação da situação atual dos catadores em Campos. Após 7 meses do fechamento do lixão da Codin, ainda não há nenhuma proposta de inclusão produtiva daqueles catadores na Política Local de Resíduos Sólidos. Lamentavelmente, a coleta seletiva e a reciclagem, atividades presentes na nova Política de Resíduos Sólidos e que visam oferecer novos espaços produtivos aos catadores parece não ser prioridade do governo municipal. Depois de um fechamento abrupto e sem planejamento que deixou mais de 400 trabalhadores sem a sua principal fonte de renda, o governo local não conseguiu sequer realizar a proposta que consta no plano de encerramento do lixão: - a abertura da Usina de Reciclagem e a contratação de 90 catadores. Sete meses depois, o saldo é desesperador: 70 catadores empregados como varredores, Usina fechada e o não –pagamento da sexta e última parcela negociada com o Secretário de Serviços Públicos aos 416 catadores que não foram empregados pela Vital Engenharia. Espero que ao ler essa notícia os seus leitores possam se juntar a nós numa mobilização em apoio a esses trabalhadores que há mais de 20, 30 anos não fizeram outra coisa senão trabalhar na coleta de resíduos sólidos em condições extremamente desumanas e correndo todos os riscos que uma atividade desprotegida e insalubre oferece. Invisível aos olhos do poder público durante tantos anos, essa questão volta à cena pública em virtude da necessidade do fechamento dos lixões, sem contudo provocar uma discussão local sobre as inúmeras possibilidade de articulação entre o social e o ambiental. Em tempos de incertezas, esperamos contar com a sensibilidade daqueles que estão na gestão da coisa pública no sentido de intermediarem alternativas compatíveis com a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, assim como já vêm acontecendo em outros municípios.
Abraços e, mais uma vez, obrigada pelo seu apoio."
terça-feira, janeiro 08, 2013
Receita Federal autua MMX em R$ 3,75 bi
"A mineradora MMX, do grupo EBX, do empresário Eike Batista, foi autuada pela Receita Federal em R$ 3,758 bilhões. As autuações são referentes a Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL).
Em fato relevante enviado há pouco à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa afirmou que considera “totalmente improcedentes as autuações recebidas” e entende que no fim do processo elas serão rejeitadas.
A MMX apresentará impugnação administrativa, implicando suspensão da exigibilidade do crédito, bem como utilizará os meios legais disponíveis em defesa de seus direitos, conforme o comunicado.
Segundo as autuações, eventos teriam gerado supostos ganhos de capital, que não são reconhecidos pela empresa. Entre os eventos está a alienação de ações da Centennial Asset Participações Amapá, realizada em bolsa de valores pelo fundo estrangeiro Centennial Asset Mining Fund, que em nada beneficiou a empresa, conforme o comunicado.
Outros eventos apontado pela receita foram os aumentos do capital social da MMX Minas-Rio Mineração e da LLX Minas-Rio Logística, subscritos e integralizados, com ágio, pela Anglo American Participações em Mineração, que geraram para a MMX apenas resultados não tributáveis de equivalência patrimonial.
As autuações têm classificação de risco que não impõe provisionamento contábil nem outras consequências financeiras imediatas."
Fonte: Valor Online.
PS.: Atualizado às 18:06:
Comentário do blog:
Embora a ideia da holding EBX fosse antiga, ela efetivamente só se constituiu depois de formatado o Complexo Logístico-industrial do Açu. A primeira empresa do grupo a ganhar consistência foi a MPX (produção de energia elétrica) com a implantação da Usina Termelétrica de Pecém (a termo Luma) depois vendida à Petrobras. No Açu, todo o projeto do porto, inicialmente para exportação de minério de ferro foi desenvolvido sob o controle da MMX. A ideia de separar os negócios do porto numa empresa de logística, a LLX, só vem à tona em 2007, embora, o efetivo início da construção do porto, só tenha acontecido em outubro de 2008. Logo a seguir, com a venda de grande parte dos ativos de minério para a Anglo American por US$ 6 bilhões, a MMX, perdeu, dentro do grupo destaque em termos de valorização para a LLX e, a seguir para a OGX, criada para prospectar óleo e gás, nas áreas obtidas no último leilão da ANP.
Por este breve resumo, não é difícil compreender de onde vem a cobrança de impostos e atuação da Receita Federal, no significativo valor de R$ 3,75 bilhões, junto à MMX.
A holding EBX e a MMX questionam os valores da cobrança, mas, seria interessante que a Receita Federal detalhasse a origem dos tributos cobrados e frutos desta autuação.
Em fato relevante enviado há pouco à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa afirmou que considera “totalmente improcedentes as autuações recebidas” e entende que no fim do processo elas serão rejeitadas.
A MMX apresentará impugnação administrativa, implicando suspensão da exigibilidade do crédito, bem como utilizará os meios legais disponíveis em defesa de seus direitos, conforme o comunicado.
Segundo as autuações, eventos teriam gerado supostos ganhos de capital, que não são reconhecidos pela empresa. Entre os eventos está a alienação de ações da Centennial Asset Participações Amapá, realizada em bolsa de valores pelo fundo estrangeiro Centennial Asset Mining Fund, que em nada beneficiou a empresa, conforme o comunicado.
Outros eventos apontado pela receita foram os aumentos do capital social da MMX Minas-Rio Mineração e da LLX Minas-Rio Logística, subscritos e integralizados, com ágio, pela Anglo American Participações em Mineração, que geraram para a MMX apenas resultados não tributáveis de equivalência patrimonial.
As autuações têm classificação de risco que não impõe provisionamento contábil nem outras consequências financeiras imediatas."
Fonte: Valor Online.
PS.: Atualizado às 18:06:
Comentário do blog:
Embora a ideia da holding EBX fosse antiga, ela efetivamente só se constituiu depois de formatado o Complexo Logístico-industrial do Açu. A primeira empresa do grupo a ganhar consistência foi a MPX (produção de energia elétrica) com a implantação da Usina Termelétrica de Pecém (a termo Luma) depois vendida à Petrobras. No Açu, todo o projeto do porto, inicialmente para exportação de minério de ferro foi desenvolvido sob o controle da MMX. A ideia de separar os negócios do porto numa empresa de logística, a LLX, só vem à tona em 2007, embora, o efetivo início da construção do porto, só tenha acontecido em outubro de 2008. Logo a seguir, com a venda de grande parte dos ativos de minério para a Anglo American por US$ 6 bilhões, a MMX, perdeu, dentro do grupo destaque em termos de valorização para a LLX e, a seguir para a OGX, criada para prospectar óleo e gás, nas áreas obtidas no último leilão da ANP.
Por este breve resumo, não é difícil compreender de onde vem a cobrança de impostos e atuação da Receita Federal, no significativo valor de R$ 3,75 bilhões, junto à MMX.
A holding EBX e a MMX questionam os valores da cobrança, mas, seria interessante que a Receita Federal detalhasse a origem dos tributos cobrados e frutos desta autuação.
Mais um grave acidente na BR-101
Foi hoje pela manhã, na altura de Casimiro de Abreu. Um caminhão de combustível (gasolina) bateu de frente com um carro de passeio. Os motoristas faleceram. O local exato fica a um quilômetro do pedágio de Casimiro. Passei pelo local por volta do meio dia e o engarrafamento no sentido Rio-Campos, era de cerca de cinco quilômetros e se estendia do Oásis até o local do acidente. Abaixo foto de um leitor da CBN que mostra as condições em que ficou o caminhão à margem da BR-101:
Morre Gilberto Paes Rangel
Faleceu nas primeiras horas da manhã Gilberto Paes Rangel, ex-diretor e professor da Escola Técnica Federal de Campos, atual IFF. Gilberto foi diretor quando eu fui aluno da ETFC e era seu diretor quando fui aprovado e convocado por concurso público para docente da instituição. Abraço de solidariedade a todos os seus familiares e amigos neste difícil momento.
Apenas refletindo sobre o nosso cotidiano...
O breve vídeo, de pouco mais que quatro minutos, foi enviado pelo professor Hélio Gomes. Vale avaliá-lo sob a luz da sua observação:
"Meus prezados,
O vídeo anexo é rápido e diz muito sobre as esquisitices pós-modernas e os comportamentos estranhos assumidos por alguns de nós nesse século 21.
Vejam. [[]] Helinho."
"Meus prezados,
O vídeo anexo é rápido e diz muito sobre as esquisitices pós-modernas e os comportamentos estranhos assumidos por alguns de nós nesse século 21.
Vejam. [[]] Helinho."
segunda-feira, janeiro 07, 2013
Trabalhadores da construtora PDG fazem manifestação no Jóquei
Trabalhadores da construção civil que atuam na Construtora PDG fazem desde o final da manhã uma manifestação reclamando contra atrasos em salários e no FGTS. Os trabalhadores atearam fogo em frente ao canteiro de obras do conjunto Vida Boa Nova, no Jóquei, para chamar a atenção para a manifestação.
Aeroporto de Campos deverá ter movimentação de 18 mil voos e 120 mil passageiros em 2013
A previsão foi feita pelo Daniel que administra o blog Aeroporto de Campos. Para fazer esta previsão de 18 mil pousos e decolagens e movimentação de 120 mil passageiros agora, em 2013, Daniel se baseou na média mensal (depois do início das operações da Líder) em cerca de 10 mil passageiros/mês.
domingo, janeiro 06, 2013
Aeroporto de Campos fechará 2012 com cerca de 75 mil passageiros
Esta previsão sobre o Aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos, se baseia nos números e totais até novembro que o blog Aeroporto de Campos acaba de informar.
A estimativa para fechamento dos números de 2012, ainda não foi fechada pela Infraero, que administra atualmente o aeroporto, que o blog faz é de cerca de 12 mil pousos e decolagens e 75 mil passageiros.
O movimento de pousos e decolagens entre janeiro e novembro de 2012 foi de 11.541 aeronaves. Enquanto isto, o número de passageiros, neste mesmo período, foi de 67.354 passageiros.
Em todo o ano de 2011, esta mesma estatística foi de 6.236 aeronaves e 17.469 passageiros. Logo, é possível perceber que a movimentação de aeronaves praticamente dobrou (de 6 mil para 12 mil), enquanto o de passageiros mais que quadruplicou (de 17 mil para 75 mil).
A ampliação do movimento se deveu à relativa regularização dos vôos de aviões ligação entre Campos, Rio e Vitória, agora, pela Trip (Azul) e, principalmente, ao início das operações da Líder Táxi Aéreo, a partir do segundo semestre do ano passado.
É por tudo isto, que a PMCG pensa em privatizar o Aeroporto Bartolomeu Lisandro hoje administrado pela Infraero. Quais as vantagens? Quem ganhará com isto?
PS.: Foto do blog Aeroporto de Campos.
A estimativa para fechamento dos números de 2012, ainda não foi fechada pela Infraero, que administra atualmente o aeroporto, que o blog faz é de cerca de 12 mil pousos e decolagens e 75 mil passageiros.
O movimento de pousos e decolagens entre janeiro e novembro de 2012 foi de 11.541 aeronaves. Enquanto isto, o número de passageiros, neste mesmo período, foi de 67.354 passageiros.
Em todo o ano de 2011, esta mesma estatística foi de 6.236 aeronaves e 17.469 passageiros. Logo, é possível perceber que a movimentação de aeronaves praticamente dobrou (de 6 mil para 12 mil), enquanto o de passageiros mais que quadruplicou (de 17 mil para 75 mil).
A ampliação do movimento se deveu à relativa regularização dos vôos de aviões ligação entre Campos, Rio e Vitória, agora, pela Trip (Azul) e, principalmente, ao início das operações da Líder Táxi Aéreo, a partir do segundo semestre do ano passado.
É por tudo isto, que a PMCG pensa em privatizar o Aeroporto Bartolomeu Lisandro hoje administrado pela Infraero. Quais as vantagens? Quem ganhará com isto?
PS.: Foto do blog Aeroporto de Campos.
Mais uma no chão
O casarão da esquina das ruas, Saldanha Marinho com a 13 de maio, em Campos, foi derrubado ontem, sábado, dia de Reis, 6 de janeiro.
Ao passar por ali não há que não perceba que há algo estranho, agora, no imenso terreno ainda escondido pelo alto muro, mas, a casa, já não mais existe, derrubada num único dia, por uma potente máquina.
O tradicional casarão era de Solano Braga, ex-funcionário do Banco do Brasil. Foi ambiente de tradicionais festas e carnaval, na década de setenta, o tradicional Chacrinha.
O comércio imobiliário na planície continua com toda a pressão, avançando sobre as tradições, sem limites, redefinindo como bem quer, o uso do solo em nossa área urbana. Quem resiste? Quem regula?
PS.: Atualizado às 14:10: Com a foto abaixo via celular:
Ao passar por ali não há que não perceba que há algo estranho, agora, no imenso terreno ainda escondido pelo alto muro, mas, a casa, já não mais existe, derrubada num único dia, por uma potente máquina.
O tradicional casarão era de Solano Braga, ex-funcionário do Banco do Brasil. Foi ambiente de tradicionais festas e carnaval, na década de setenta, o tradicional Chacrinha.
O comércio imobiliário na planície continua com toda a pressão, avançando sobre as tradições, sem limites, redefinindo como bem quer, o uso do solo em nossa área urbana. Quem resiste? Quem regula?
PS.: Atualizado às 14:10: Com a foto abaixo via celular:
Royalties pelo uso de água para geração de energia atinge R$ 2,2 bilhões em 2012
Em plena discussão sobre o rateio dos royalties do petróleo, tem-se conhecimento que o montante pago em 2012, aos estados, municípios e a União, pelo uso da água dos rios para geração de energia elétrica chegou a R$ 2,2 bilhões, segundo relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Um total de 95 empresas pagou pela produção de 354.686.826 MWh em 177 hidrelétricas e 187 reservatórios que geram divisas para os cofres de 696 municípios de 21 estados, mais o Distrito Federal.
Itaipu Binacional é a maior pagadora com R$ 478 milhões, seguido pela Chesf com R$ 249 milhões, Furnas com R$ 218 milhões, Cesp com R$ 209 milhões, Eletronorte R$ 203 milhões e Cemig com R$ 176 milhões.
Em 2012, o estado do Paraná ficou com a maior arrecadação deste tipo de royalties com R$ 216 milhões. Os municípios com as maiores receitas de royalties de uso de águas para geração de energia elétrica é Santa Helena com R$ 45 milhões e Foz do Iguaçu com 35 milhões.
Um total de 95 empresas pagou pela produção de 354.686.826 MWh em 177 hidrelétricas e 187 reservatórios que geram divisas para os cofres de 696 municípios de 21 estados, mais o Distrito Federal.
Itaipu Binacional é a maior pagadora com R$ 478 milhões, seguido pela Chesf com R$ 249 milhões, Furnas com R$ 218 milhões, Cesp com R$ 209 milhões, Eletronorte R$ 203 milhões e Cemig com R$ 176 milhões.
Em 2012, o estado do Paraná ficou com a maior arrecadação deste tipo de royalties com R$ 216 milhões. Os municípios com as maiores receitas de royalties de uso de águas para geração de energia elétrica é Santa Helena com R$ 45 milhões e Foz do Iguaçu com 35 milhões.
sábado, janeiro 05, 2013
Moradores de Barra do Açu reclamam falta de água, luz e segurança pública
Apesar das obras do porto que é vendido como o maior das Américas, a comunidade de Barra do Açu que vive na área do núcleo central das obras do empreendimento do complexo logístico-industrial reclama de problemas básicos: falta de água, luz e segurança pública.
São impactos reais e parece que sem perspectivas para a comunidade que reclama uma sub-prefeitura com capacidade para lidar e resolver problemas que tendem a se avolumar.
Vejam os detalhes na descrição de moradores da própria comunidade. Eles mostram o sofrimento dos últimos dias:
"Ano novo, problemas antigos agravados, com o asfalto pronto, os fins de semana têm sidos de praia cheia, mas a falta de água virou um problema maior, antes faltava "apenas" no período de carnaval, agora a água não sobe para as caixas e algumas vezes só pinga na bica da rua, casas de 2 andares principalmente tem sofrido com a falta de água nas caixas. Há também constantes interrupções no fornecimento de energia, algumas mais demoradas e outras curtas (piques de energia). Outra questão também é a segurança pública, na madrugada de Natal houve um tiroteio na Praia do Açu, em um bar onde estava tendo um baile (cerca de 10 tiros), por sorte não acertou em ninguém, no Ano Novo um assalto a um grupo que estava em outro bar, levando dinheiro e cordão de ouro. Isso que é desenvolvimento? Imagine só no decorrer desse ano com um enorme alojamento funcionando dentro do Açu sem o mínimo de cuidado."
São impactos reais e parece que sem perspectivas para a comunidade que reclama uma sub-prefeitura com capacidade para lidar e resolver problemas que tendem a se avolumar.
Vejam os detalhes na descrição de moradores da própria comunidade. Eles mostram o sofrimento dos últimos dias:
"Ano novo, problemas antigos agravados, com o asfalto pronto, os fins de semana têm sidos de praia cheia, mas a falta de água virou um problema maior, antes faltava "apenas" no período de carnaval, agora a água não sobe para as caixas e algumas vezes só pinga na bica da rua, casas de 2 andares principalmente tem sofrido com a falta de água nas caixas. Há também constantes interrupções no fornecimento de energia, algumas mais demoradas e outras curtas (piques de energia). Outra questão também é a segurança pública, na madrugada de Natal houve um tiroteio na Praia do Açu, em um bar onde estava tendo um baile (cerca de 10 tiros), por sorte não acertou em ninguém, no Ano Novo um assalto a um grupo que estava em outro bar, levando dinheiro e cordão de ouro. Isso que é desenvolvimento? Imagine só no decorrer desse ano com um enorme alojamento funcionando dentro do Açu sem o mínimo de cuidado."
Reclamação contra a Via Cabo em Campos
O blogueiro como cliente também reforça a reclamação do Fabio Mattoso:
"Prezado Roberto,
Bom dia.
Gostaria de sugerir que você auxiliasse todos os insatisfeitos (e não são poucos) a iniciar uma campanha contra o péssimo serviço prestado pela empresa ViaCabo.
Após buscar por 04 (quatro) oportunidades consecutivas a solução coerente para os problemas apresentados no serviço contratado (TV a cabo), desisti deste intento e remeti mensagem para a Anatel e para o Ministério Público, solicitando que verificasse a constituição e o contrato da citada empresa.
Agora, aproveito sua força e seu prestígio para que iniciemos uma campanha em seu blog para forçar à referida empresa a cumprir com eficiência os serviços contratados pelos usuários de Campos dos Goytacazes.
Grato pela atenção
Fábio Mattoso."
"Prezado Roberto,
Bom dia.
Gostaria de sugerir que você auxiliasse todos os insatisfeitos (e não são poucos) a iniciar uma campanha contra o péssimo serviço prestado pela empresa ViaCabo.
Após buscar por 04 (quatro) oportunidades consecutivas a solução coerente para os problemas apresentados no serviço contratado (TV a cabo), desisti deste intento e remeti mensagem para a Anatel e para o Ministério Público, solicitando que verificasse a constituição e o contrato da citada empresa.
Agora, aproveito sua força e seu prestígio para que iniciemos uma campanha em seu blog para forçar à referida empresa a cumprir com eficiência os serviços contratados pelos usuários de Campos dos Goytacazes.
Grato pela atenção
Fábio Mattoso."
Incêndio na loja Kitem
Três horas depois de iniciado, ainda queima e produz fumaça (branca) o incêndio na loja de utensílios Kitem, na rua Alvarenga Filho, que é o prolongamento da rua Saldanha Marinho e liga a rodoviária Roberto Silveira à avenida Pelinca em Campos.
A foto abaixo foi feita agora às 10:30. O site do Ururau informou que o fogo foi iniciado às 07:30 e começou no estoque da loja no segundo andar. É provável que o fogo tenha se alastrado para as demais dependências com risco de ter atingido o comércio vizinho.
A foto abaixo foi feita agora às 10:30. O site do Ururau informou que o fogo foi iniciado às 07:30 e começou no estoque da loja no segundo andar. É provável que o fogo tenha se alastrado para as demais dependências com risco de ter atingido o comércio vizinho.
PS.: Atualizado às 10:48: Foto Tirada às 08:30 por Ilda Mayerhoffer Machado Pessanha quando fogo (fumaça preta) ainda se alastrava:
sexta-feira, janeiro 04, 2013
Um campista trabalhando no mar da Tailândia
O blogueiro em agosto de 2008 entrevistou Clínio Amaral um dos milhares de trabalhadores campistas, ex-aluno do IFF (ex-Cefet e ex-ETFC) atuando na cadeia produtiva do setor de óleo & gás, mundo afora. Veja a entrevista aqui e aqui. Na ocasião Clínio estava em Angola. Agora está ancorado na Tailândia.
Na época identifiquei Clínio como um exemplo daquilo que alguns identificam como global-worker. Clínio postou nesta sexta-feira, em seu perfil no Facebook, estas duas imagens maravilhosas, sobre o nascer do sol no mar da Tailândia:
"O paraíso não é aqui, que eu tenho certeza. Mas este é o meu local de trabalho e agradeço a Deus por ter um bom trabalho que me permite sustentar a minha família e também por ter a oportunidade de testemunhar um nascer do sol maravilhoso e recuperar minhas energias para começar mais um dia!"
O blogueiro como seu ex-professor, no curso de Segurança do Trabalho, manda um "abraço global" ao Clínio que virou 2012 para 2013 lá na Tailândia, sem, contudo, deixar de registrar sua identidade com a nossa querida planície:
Na época identifiquei Clínio como um exemplo daquilo que alguns identificam como global-worker. Clínio postou nesta sexta-feira, em seu perfil no Facebook, estas duas imagens maravilhosas, sobre o nascer do sol no mar da Tailândia:
"O paraíso não é aqui, que eu tenho certeza. Mas este é o meu local de trabalho e agradeço a Deus por ter um bom trabalho que me permite sustentar a minha família e também por ter a oportunidade de testemunhar um nascer do sol maravilhoso e recuperar minhas energias para começar mais um dia!"
O blogueiro como seu ex-professor, no curso de Segurança do Trabalho, manda um "abraço global" ao Clínio que virou 2012 para 2013 lá na Tailândia, sem, contudo, deixar de registrar sua identidade com a nossa querida planície:
quarta-feira, janeiro 02, 2013
Guarapari com eleição suplementar em pleno verão
O balneário frequentado por milhares de campistas, Guarapari entrou o ano novo em plena campanha eleitoral.
Há questionamentos sobre a realização de campanha em plena temporada de veraneio, quando a população do município chega a triplicar. O PRP entrou com um pedido no TRE-ES pedindo o adiamento da eleição.
O prefeito interino disse que vai cuidar da situação da saúde, ver a limpeza da cidade e também cuidar da fiscalização, porque segundo ele há uma invasão de ambulantes na cidade. Ainda, segundo Astori, o ex-prefeito Edson Magalhães (PPS) deixou apenas R$ 600 mil em caixa.
Guarapari é uma das 59 cidades, onde os candidatos eleitos com mais de 50% dos votos concorreram com registros indeferidos, o que levou à decisão da Justiça Eleitoral de realizar novas eleições.
Por conta desta decisão, assumiu ontem como prefeito interino de Guarapari, o vereador Wanderlei Astori (PDT).
Por conta desta decisão, assumiu ontem como prefeito interino de Guarapari, o vereador Wanderlei Astori (PDT).
Astori foi eleito ontem depois da posse como vereador, a presidente da Câmara Municipal por 10 votos a 5. Wanderlei Astori irá comandar o município até a eleição do dia 03 de fevereiro.
Há questionamentos sobre a realização de campanha em plena temporada de veraneio, quando a população do município chega a triplicar. O PRP entrou com um pedido no TRE-ES pedindo o adiamento da eleição.
O prefeito interino disse que vai cuidar da situação da saúde, ver a limpeza da cidade e também cuidar da fiscalização, porque segundo ele há uma invasão de ambulantes na cidade. Ainda, segundo Astori, o ex-prefeito Edson Magalhães (PPS) deixou apenas R$ 600 mil em caixa.
PMCG abriu licitação para escolher banco
O Santander atende e presta serviços à Prefeitura de Campos desde licitação feita à época de Mocaiber. Só agora, no final do primeiro e início do segundo mandato, a prefeita Rosinha autoriza a licitação, na modalidade Pregão Presencial, Nº 047/2012, a escolha da instituição financeira para atender a prefeitura. A entrega dos documentos e proposta comercial está marcada para o dia 16 de janeiro próximo. O aviso de licitação foi publicado no Diário Oficial do município, do dia 28 de dezembro de 2012:
PS.: Atualizado às 13:14: No final de 2008, o Santander pagou R$ 58 milhões à Prefeitura de Campos para ficar com a chamada conta-salário. Em 29 de dezembro de 2008 este blog informou na nota "Receita e conta salário na PMCG" que pode ser lida na íntegra aqui alguns outros detalhes:
"Ainda sobre finanças diz-se que Garotinho tem estimulado Rosinha a questionar a licitação da conta salário da prefeitura que, teria sido ganha, segundo ele, com favorecimentos no processo licitatório, que estariam comprovados em áudios gravados na Operação Telhado de Vidro. A requisição desta gravação poderia dar início ao questionamento do contrato da conta salário, pelo qual o Santander pagou R$ 58 milhões. No áudio constaria um pagamento extra de intermediação no valor de R$ 7 milhões."
Pelo que hoje se sabe a situação foi acomodada naquela ocasião. Este tipo de contrato pelo volume de recursos que hoje envolve de um orçamento que é mais do que o dobro de 2008 pode-se imaginar uma receita maior que R$ 100 milhões.
Em 2005, a prefeitura de São Paulo recebeu R$ 510 milhões do Itaú para operar a conta-salário por cinco anos.Em 2007, a prefeitura do Rio de Janeiro recebeu R$ 370 milhões do Santander.
Vamos ver o que vai dar em Campos, agora em 2013. A nível nacional há cada vez mais desconfianças sobre licitações e "acordos" envolvendo escolha de bancos para operar os créditos municipais. Os bancos alegam que a chamada portabilidade, que permite ao funcionário alocar no banco que quiser a sua conta-salário teria diminuído suas margens. Bancários questionam o fato, já que a imensa maioria dos servidores municipais tendem a seguir o banco "oficial" adotado pela prefeitura.
Imagine o que poderá render numa prefeitura que está entre os 20 maiores orçamentos dos 5,5 mil municípios brasileiros.
PS.: Atualizado às 13:14: No final de 2008, o Santander pagou R$ 58 milhões à Prefeitura de Campos para ficar com a chamada conta-salário. Em 29 de dezembro de 2008 este blog informou na nota "Receita e conta salário na PMCG" que pode ser lida na íntegra aqui alguns outros detalhes:
"Ainda sobre finanças diz-se que Garotinho tem estimulado Rosinha a questionar a licitação da conta salário da prefeitura que, teria sido ganha, segundo ele, com favorecimentos no processo licitatório, que estariam comprovados em áudios gravados na Operação Telhado de Vidro. A requisição desta gravação poderia dar início ao questionamento do contrato da conta salário, pelo qual o Santander pagou R$ 58 milhões. No áudio constaria um pagamento extra de intermediação no valor de R$ 7 milhões."
Pelo que hoje se sabe a situação foi acomodada naquela ocasião. Este tipo de contrato pelo volume de recursos que hoje envolve de um orçamento que é mais do que o dobro de 2008 pode-se imaginar uma receita maior que R$ 100 milhões.
Em 2005, a prefeitura de São Paulo recebeu R$ 510 milhões do Itaú para operar a conta-salário por cinco anos.Em 2007, a prefeitura do Rio de Janeiro recebeu R$ 370 milhões do Santander.
Vamos ver o que vai dar em Campos, agora em 2013. A nível nacional há cada vez mais desconfianças sobre licitações e "acordos" envolvendo escolha de bancos para operar os créditos municipais. Os bancos alegam que a chamada portabilidade, que permite ao funcionário alocar no banco que quiser a sua conta-salário teria diminuído suas margens. Bancários questionam o fato, já que a imensa maioria dos servidores municipais tendem a seguir o banco "oficial" adotado pela prefeitura.
Imagine o que poderá render numa prefeitura que está entre os 20 maiores orçamentos dos 5,5 mil municípios brasileiros.
terça-feira, janeiro 01, 2013
Reajuste de 12,67% na tarifa de água em Campos
Um colaborador do blog, não satisfeito com o período de férias (descanso) do blogueiro, insiste em informar sobre o presente de Natal e Ano Novo da prefeita reeleita de Campos, Rosinha ofereceu a nós munícipes da planície Goitacá.
No Diário Oficial (DO) de 28 de dezembro (veja abaixo) é possível identificar que a PMCG concedeu um reajuste de 12,67% nas tarifas de água e esgoto, a partir de hoje, 1 de janeiro de 2013.
O colaborador do blog avançou na análise dizendo que nos últimos quatro anos, o reajuste dado durante o mandato da prefeita, alcançou o percentual de 47,67% contra uma inflação (pelo IPCA, de 2009 a 2012 - até novembro) que teria sido de apenas 23,55%.
Presente para quem?
PS.: Atualizado às 00:22 de 02/01/2012: Ainda segundo o colaborador do blog, não dá para dizer que o objetivo seria reajustar só as tarifas maiores, porque observando o IPCA acumulado de 2010 até 2012 ele chegou a 18,44%, enquanto, a tarifa social de 2010 até agora, foi corrigida em 34,02%.
Abaixo o blog publica a tabela que vigência em Campos, através da concessionária Águas do Paraíba em 2009. Confira:
No Diário Oficial (DO) de 28 de dezembro (veja abaixo) é possível identificar que a PMCG concedeu um reajuste de 12,67% nas tarifas de água e esgoto, a partir de hoje, 1 de janeiro de 2013.
O colaborador do blog avançou na análise dizendo que nos últimos quatro anos, o reajuste dado durante o mandato da prefeita, alcançou o percentual de 47,67% contra uma inflação (pelo IPCA, de 2009 a 2012 - até novembro) que teria sido de apenas 23,55%.
Presente para quem?
PS.: Atualizado às 00:22 de 02/01/2012: Ainda segundo o colaborador do blog, não dá para dizer que o objetivo seria reajustar só as tarifas maiores, porque observando o IPCA acumulado de 2010 até 2012 ele chegou a 18,44%, enquanto, a tarifa social de 2010 até agora, foi corrigida em 34,02%.
Abaixo o blog publica a tabela que vigência em Campos, através da concessionária Águas do Paraíba em 2009. Confira:
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