sexta-feira, março 23, 2007

Sopro de esperança

Pelos corredores da Fenorte/Tecnorte circulam novos ares. Diz-se que a nova direção teria feito opção por valorizar os bons quadros da casa, na implementação de projetos de interesse do desenvolvimento regional e de incentivo ao setor de Ciência & Tecnologia. Ao contrário do momento anterior onde, muitos dos nomeados, além de não conhecer a área, alguns se davam ao luxo, de sequer comparecer ao local de trabalho. Agora parece que novos ares estão dinamizando estes dois órgãos estaduais, que são uma espécie de irmãos, quase siameses. Além de formalizar a criação de uma gerência para assessorar a gestão dos municípios, o Programa de Bolsas de Pesquisas (antes uma caixa preta com indicações políticas, sem critérios de concessão e de avaliação) está ressurgindo com gente da casa, que estaria introduzindo metodologias que aparentam ser transparentes e democráticas. Neste processo estariam convidando, doutores de diversas instituições, para participar da seleção e do desenvolvimento dos projetos. Tomara que os objetivos se cumpram em favor da região e da população.

7 comentários:

Anônimo disse...

Professor Roberto, você está ouvindo o galo cantar mas não sabe onde ele está. Troca-se o cachorro, mas a coleira é a mesma. Você poderá ter surpresa, ou melhor, não terá, pois está tudo dantes no quartel de Abrantes. Sem mais comentários....

Roberto Moraes disse...

Olá anônimo comentarista,

É possível que eu esteja ouvindo um canto equivocado. Porém, se você, mesmo que anonimamente, não fizer as considerações que demonstrem a sua opinião, a gente não terá como saber, o que efetivamente está se passando por lá.

Nosso blog é democrático e como tal, não só deseja, mas anseia pela sua diferente opinião.

Abs,
Roberto Moraes

Anônimo disse...

Caro Roberto.
Duvido muito que isto esteja acontecendo, basta ver no D.O. algumas nomeações para cargos de confiança. O que ainda nos consola, lava a alma, é ver os processos que os antigos administradores tem no TCU. Além dos conselheiros descerem a lenha, ainda os multam com muitas UFIR. Está tudo disponível no site do TCU, se desejar posto os números dos processos.

Roberto Moraes disse...

Olá comentarista anônimo,

Aguardo seus comentários tanto sobre as nomeações quanto sobre os processos de antigos administradores.

Abs,

Anônimo disse...

Caro Roberto.
Foi muito noticiado no início do governo Cabral que haveria um choque de gestão com redução de 30% no cargos comissionados. Será mesmo?
Como exemplo, em 05/03/07 no D.O. (existem outras nomeações ) várias exonerações seguidas de várias nomeações, sendo que não me parace ser de nenhum doutor e tb. não sei se fazem parte do quadro da FENORTE. Um nome tenho certeza que não. Entrou mesmo pelo JANELÃO.
Dê uma conferida. Veja se conhece algum "doutor".
Mas o que realmente recomendo é ir até página do TCE (não é TCU como havia postado antes) www.tce.rj.gov.br e lá procurar p.exp. pelo processo 110214-01/2001 (existem link para outros relacionados). Verá que nem tudo está perdido neste país. Os conselheiros do tribunal questionam tudo o que foi feito na administração, dão o direito de defesa, mas... acabam multando por não ficarem satisfeito com as defesas apresentadas.
Recomendo a leitura a todos, principalmente aqueles que por um motivo ou outro, foram prejudicados por estas pessoas.
Lava a alma!
Abraços!

Anônimo disse...

Caro Professor Roberto

Lameto reforçar a corrente do anômimo comentarista em relação as mudanças da Fenorte.
São realmente muitas as nomeações para cargos de confiança, umas inclusive com vínculos também no municipio de Campos( pode? para alguns pode tudo!!!)
A casa parece que tá enchendo, tem mais gente de fora do que de dentro. O que parece é que o povo de fora agora não vai só pegar o contracheque e o ticket apenas, aparece em dia de reunião também. Até quando? Resta esperar para ver!

Anônimo disse...

Caro prof. Roberto
solicito sua atenção para o apagão administrativo que impera na Fenorte. A Instituição, antes muito influenciada politicamente, hoje totalmente. Os cargos em comissão estão em sua grande maioria (85%) em mãos de pessoas totalmente despreparadas e decomprometidas com a coisa pública. Até cargos comissionados de assistente (os mais baixos) foram intregues não se sabe ao certo a quem, coisa numca acontecida antes na história da Fenorte.
Aos funcionários de carreira resta um consolo: "eles passarão"