domingo, outubro 16, 2011

Botafogo e Flumimense vencem!

O Vasco ainda está jogando e já vence por 1 x 0, mas, para não deixar os botafoguenses e os tricolores zangados, o blog posta abaixo, um dos gol do Botafogo e outro do Fluminense. O Botafogo ganhou de 2 x 0 do Atlético-PR e o Fluminense ganhou de 2 x 1 do Palmeiras.

Cada vez mais o Botafogo se coloca como o favorito ao título, até porque, até a próxima quarta o alvi-negro terá um jogo a menos que os demais times do Rio.

Embora, ainda faltem oito rodadas, nunca, os times do Rio tiveram tão bem, ao mesmo tempo, no Campeonato Brasileiro. A Rede Globo agradece:

“O Capitalismo está condenado!”

Mais um texto para sua reflexão no final de semana. O blog garante que este é o último do dia. Ele é sobre política e economia, uma sugestão de leitura do professor Luiz Pinedo.

O blog concorda em parte com o que ele coloca. Aliás, o blog lembra que não posta só assuntos que concorda. É importante lermos tudo.

Os textos com opiniões e posições diferentes do que defendemos, colocam em cheque nossas posições e convicções, para que eventualmente, possamos reformulá-las ou confirmá-las, se for o caso.

O texto agora referenciado é uma entrevista do sociólogo Immanuel Wallerstein foi traduzida pelo site Outras Palavras e pode ser lido na íntegra aqui:

Para aqueles que preferem um resumo, abaixo o blog lista dez das principais questões colocadas pela entrevista:

  1. O capitalismo chegou ao fim da linha e já não pode sobreviver como sistema. É grande o desabamento de um sistema. Estamos num momento de transição;
  2. A maioria das pessoas se recusa a reconhecer — não está em questão se o capitalismo sobreviverá ou não, mas o que irá sucedê-lo;
  3. Eu gostaria de um sistema relativamente mais democrático, mais relativamente igualitário e moral. Essa é uma visão, nós nunca tivemos isso na história do mundo – mas é possível. A outra visão é de um sistema desigual, polarizado e explorador. O capitalismo já é assim, mas pode advir um sistema muito pior que ele. É como vejo a luta política que vivemos;
  4. As raízes da crise são, de muitas maneiras, a incapacidade de reproduzir o princípio básico do capitalismo, que é a acumulação sistemática de capital. Esse é o ponto central do capitalismo como um sistema, e funcionou perfeitamente bem por 500 anos. Foi um sistema muito bem sucedido no que se propõe a fazer;
  5. É um período no qual quase tudo é relativamente imprevisível a curto prazo – e as pessoas não podem conviver com o imprevisível a curto prazo. Podemos nos ajustar ao imprevisível no longo prazo, mas não com a incerteza sobre o que vai acontecer no dia seguinte ou no ano seguinte;
  6. O que acontece numa bifurcação é que, em algum momento, pendemos para um dos lados, e voltamos a uma situação relativamente estável. Quando a crise acabar, estaremos em um novo sistema, que não sabemos qual será;
  7. O sistema, agora, está muito instável e volátil. Qualquer esforço leva a uma ou outra direção. Às vezes, digo que essa é a “historização” da velha distinção filosófica entre determinismo e livre-arbítrio;
  8. Quando o sistema está relativamente estável, é relativamente determinista, com pouco espaço para o livre-arbítrio. Mas, quando está instável, passando por uma crise estrutural, o livre-arbítrio torna-se importante. As ações de cada um realmente importam, de uma maneira que não se viu nos últimos 500 anos;
  9. Todos somos prisioneiros de nosso tempo, disso não há dúvidas. Marx foi um prisioneiro do fato de ter sido um pensador do século 19; eu sou prisioneiro do fato de ser um pensador do século 20. Eu nasci em 1930, eu vivi 70 anos no século 20, eu sinto que sou um produto do século 20. Isso provavelmente se revela como limitação no meu próprio pensamento;
  10. Somos mais civilizados? Eu não sei. Esse é um conceito dúbio, primeiro porque o civilizado causa mais problemas que o não civilizado; os civilizados tentam destruir os bárbaros, não são os bárbaros que tentam destruir os civilizados. Os civilizados definem os bárbaros: os outros são bárbaros; nós, os civilizados. É o que vemos há 500 anos.

Religiões, multiculturalismo e a pós-modernidade

O blog procura não se restringir às informações e debates políticos e econômicos nesta relação com seus leitores e colaboradores.

O blog sabe que a maioria acessa os blogs atrás de informações curtas. Porém, especialmente, nos finais de semana, quando se tem mais tempo para outras leituras, muitos gostam das nossas sugestões para outras leituras, mais complexas e aprofundadas.

Assim é que o blog traz este excelente texto publicado também no caderno “Eu & Fim de Semana” do jornal Valor. O blog garante que vale o tempo investido na leitura, de forma mais especial, o texto do teólogo Ed René Kivitz.

Para ler o primeiro artigo “Religião e diversidade étnica” na íntegra, clique aqui, já que o texto no site do jornal só está acessível para assinantes.

O segundo artigo, complemento do primeiro, “A modernidade e as amplas prateleiras do mercado religioso” do teólogo Ed René Kivitz, que é sintético, objetivo, acima de tudo claro, na exposição de suas análises, sobre o quadro reliogioso em diversas partes do mundo e também no Brasil, pode ser lido clicando aqui.

Relação entre governo, imprensa e jornalistas

Se o assunto lhe interessa leia abaixo o excelente artigo do Matías M. Molina, auto do livro “Os Melhores Jornais do Mundo”. Ele foi publicado no caderno “Eu & Fim de Semana” do jornal Valor. O autor faz um retrospecto desta histórica relação que é interessante ser conhecida em nossa sociedade patrimonialista. Para ler o artigo na íntegra clique aqui, já que o texto no site do jornal só está acessível para assinantes.

sábado, outubro 15, 2011

Vila da Terra é inaugurada na Fazenda Palecete no 5º Distrito de SJB

Segundo o release da LLX, PMSJB e Condin, a solenidade de inauguração da Vila da Terra, acontecida hoje, no 5º Distrito, teve a participação de cerca de 500 pessoas. A Vila da Terra é um assentamento rural destinado a famílias de produtores rurais de São João da Barra.

O projeto foi desenvolvido em parceria pela Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro (CODIN), a Prefeitura do município e a LLX, empresa de logística do Grupo EBX, a Vila da Terra receberá 90 famílias como contrapartida das desapropriações de casas em áreas onde será instalado o Distrito Industrial de São João da Barra.

A Vila da Terra está sendo construída na Fazenda Palacete, local indicado pelos próprios produtores rurais, a Vila da Terra conta com cerca de mil hectares. Do total de casas previstas, 36 já estão concluídas. Ainda segundo o release, todas as casas são entregues com máquina de lavar, televisor, geladeira, fogão, computador, além dos móveis de sala, quartos e armários de cozinha.

A Vila da Terra foi planejada com ruas pavimentadas, quadra poliesportiva, centro comunitário, iluminação pública, rede de água e esgoto e centro comercial. Com área mínima de 2 hectares e máxima de 10 hectares por terreno, as casas da Vila da Terra apresentam 3 tipologias diferentes, com dois, três ou quatro quartos, e áreas de construção que variam entre 68 e 109 metros quadrados. No caso dos produtores rurais que possuem residência com área maior a 109 m², a casa é construída no tamanho da metragem original.

Na Vila da Terra, 90 áreas estão sendo destinadas a famílias desapropriadas para a criação do Distrito Industrial de São João da Barra, em implantação no município pela CODIN. Para definir quais famílias seriam reassentadas na Vila da Terra, foram estabelecidos alguns critérios como ser residente no local e a propriedade ser menor que 10 hectares. Os outros proprietários, com áreas maiores que 10 hectares, já estão recebendo os valores correspondentes à desapropriação.

Fonte: Release com texto e foto da LLX, PMSJB e Codin enviado ao blog.

Obras da Beira-valão sem placas

A observação é do leitor-colaborador José Gustavo que por -e-mail enviou o texto e a foto ao lado:

“Bem Professor Roberto Moraes, hoje (sábado dia 15) a tarde apesar da chuva fina na cidade passei pela Beira Valão do começo do mercado municipal ate a frente do Mc Donalds, procurei e não achei nem por um lado nem pelo outro, a placa com os valores da obra; Só achei algumas placas de propaganda da prefeitura conforme essa em anexo sobre a vacinação contra o HPV , todo mundo sabe que as obras públicas deverão ter afixadas placas com dados completos sobre responsabilidade, financiamento, execução, prazos e montante de recursos aplicados; As placas servem para tornar mais transparentes os serviços que os órgãos públicos fazem com o dinheiro dos impostos. Nelas, é possível saber quanto custa e qual o objetivo da obra, além do prazo para começar e terminar os trabalhos , mas em Campos as coisas parecem ser diferentes porque não colocam a placa com os valores no entorno da beira valão? Sera que o Ministério Publico esta vendo isso? Se eu passei pelo local e não vi a placa peço desculpas a prefeitura mas por hora não tem nenhuma placa la com os valores das referidas obras do que chamam de Jardins Suspensos, placa de propaganda falando bem da prefeitura tem um monte agora placa com o valor das obras não tem..e isso que eles tanto falavam nos comícios ser a transparencia prometida? Jose Gustavo.”

Para relaxar no fim de semana: a vitória do Fla!

E homenagear os rubro-negros, o blog posta abaixo, o gol da vitória do Flamengo que permitiu que o time embolasse com os primeiros colocados no Campeonato Brasileiro com 51 pontos: