segunda-feira, junho 04, 2018

A disputa pela hegemonia EUA x China e relações para o Brasil

Uma parte das ações dos EUA na área de petróleo, onde busca maior protagonismo, quando está prestes a alcançar a posição de maior produtor mundial, é o enfrentamento com a China que é o maior importador mundial de óleo cru.

No campo geral, o embate geral na área comercial se dá entre o maior importador do mundo (EUA) e o maior exportador (China).

O crescimento da China nas duas últimas décadas é muito forte. Os dados da OCDE num infográfico produzido pelo Valor (4 jun. 2018, P. A10)  e republicado abaixo mostra esta ascensão.























Aos poucos a China tem ultrapassado os EUA, como está prestes a acontecer como o maior mercado de varejo do mundo, que seria impensável que isto ocorresse.

Porém, a discrepância social nos EUA, mas a distância entre ricos e pobres cria estas e outras limitações.

Ha dois dias em postagem aqui no FB, eu repercuti estudo de um especialista da ONU que identifica que "41 milhões de pessoas, ou 12,7 por cento da população, vivem em situação de pobreza, enquanto 18,5 milhões estão em situação de extrema pobreza".

Ou seja, o esgarçamento social com o aumento da pobreza nos EUA limitam sua capacidade como nação.

Isto explicam as tensões comerciais e políticas não apenas contra a China, mas contra antigos aliados como os países da Europa, Canadá e México na América e o pouco caso e pressão contra o Brasil.

É oportuno registrar que parte das compras dos chineses aos americanos coincidem comas brasileiras no campo dos agronegócio (alimentos) e investimentos em energia.

Vale ainda relembrar que a China possui US$ 200 bilhões de títulos do Tesouro dos EUA que se vendidos colocariam forte pressão também sobre o sistema financeiro americano.

Difícil crer que esta perda de hegemonia não estiquem ainda mais as cordas e as tensões.

Nenhum comentário: