quinta-feira, maio 07, 2009

Morador do Parque Aeroporto reivindica água

A reclamação chegou por e-mail do Josiel Ribeiro Gomes: “Olá amigo Roberto Venho aproveitar o espaço de seu Blog, para enfatizar um assunto que a meu ver é no mínino discriminatória. Moro no Pq. Aeroporto, mas precisamente na Av. Carmem Carneiro, onde esta existindo um verdadeiro quebra quebra de calçamento para passagem do encanamento d'agua que segue ligando do CEASA para Travessão. Acho muito bom a Prefeita cumprir o que prometeu aos moradores de Travessão, no entanto acho uma falta de respeito para com os moradores do Pq. Aeroporto até o Km 8, que sofrem com essa obra "bagunçada", muitos tendo que deixar seus veiculos dormirem na rua devido as obras, e não ter a possibilidade de água potável, uma vez que o encanamento gigante não proporciona ligações para as residências dessas localidades. PQ. AEROPORTO E KM 8 QUEREM ÁGUA POTÁVEL PREFEITA ROSINHA! Ass. Josiel Ribeiro. Um abraço Professor”.

3 comentários:

Anônimo disse...

É! Realmente é uma vergonha. A rede de água passará em frente a nossa casa, e nóis mesmos teremos que continuar bebendo água de poço!

Prefeita, olha por nóis aqui!

Anônimo disse...

Desculpa Roberto por mudar de assunto, mas depois que li o texto abaixo em matéria do site da PMCG:
A respeito das bolsas de estudo, Auxiliadora informou que já existe uma relação destes benefícios destinados a alunos da Uniflu. "Esta relação ainda não foi divulgada porque terei uma reunião com a comissão de Educação da nossa Câmara Municipal, que quer conhecer detalhes dos critérios que estabelecemos para a concessão", disse a secretária.


Como assim? Primeiro vota a lei depois quer conhecer os detalhes?
O que tem haver a listagem com a curiosidade dos vereadores, visto que a lei já foi até publicada no diário oficial do minicípio?
Ou será que depois de avaliado pelo serviço social da secretaria cada cadastro terá que passar pelo crivo dos nobres senhores, como aconteceu no ensino fundamental, sendo que nesse caso, só passou por eles,pois não houve avaliação sócioeconômica pelo serviço social.
Mais uma vez veremos os apadrinhados sendo contemplados e quem realmente precisa vai ter que esperar esse grupo ser expulso da Prefeitura de Campos.

Um abraço

George Gomes Coutinho disse...

Prezado Prof. Roberto,

Venho acompanhando aqui neste espaço a divulgação constante de demandas da população e de denúncias das mais variadas naturezas acerca de problemas que deveriam ser resolvidos pela prefeitura.

Sabemos que a prefeitura como instituição não goza de legitimidade e/ou aparentemente não é vista como interlocutora respeitável pela própria população há tempos. Mas, será que não era a hora da prefeitura tentar atender de forma coerente e eficientes estas demandas? Manter um canal de comunicação idôneo, dado que os "fiscais de bairro" (sic - acomodação de militantes em período de campanha) parecem estar fazendo pouco ou quase nada?

É uma preocupação minha enquanto cidadão. Afinal, para que as demandas sejam atendidas torna-se necessário o escândalo público em jornais, rádio e, ultimamente, os blogs? Estes espaços não deveriam ser veículo de denuncias, dado que deveriam existir funcionários que levassem estas demandas aos orgãos competentes para serem solucionadas...

Não é a hora de uma ouvidoria dinâmica e atuante?

Enfim... são elucubrações...