terça-feira, dezembro 08, 2015

Sondas de perfuração de poços de petróleo seguem sendo desativadas no Brasil e no mundo: quem lucrará adiante?

Na semana passada, eu tive a oportunidade de conversar com um ex-aluno, que atua em um destas sondas de perfuração de petróleo na Bacia de Campos. Segundo ele, algumas estão "encerrando os poços", seguindo determinação e regras da ANP, para depois serem desativadas, ou como dizem os técnicos, entrarem em "hibernação", ancoradas em estaleiros.

Na última quinta-feira, 3 de dezembro, o blog informou aqui sobre a sonda da Odebrecht ODN TAY IV SS-85, que prestava serviços para a Petrobras e tece o seu contrato suspenso e foi ancorada no Porto do Açu.

O blog acredita que a maioria que acompanha o blog saiba que as sondas têm função de perfurar os poços no mar, em busca de petróleo e gás. Enquanto isto, as plataformas têm a finalidade de produzir petróleo, a partir dos poços e campos declarados comerciais. Antigamente, havia plataformas que realizavam as duas funções.

Pois bem, aprofundando o assunto sobre a desatição de sondas de perfuração neste momento de redução das atividades de exploração, decorrente do baixo preço do barril de petróleo (ontem o preço chegou ao menor nível dos últimos 7 anos, a US$ 40,6, o barril do tipo brent), o blog foi atrás de outras informações.

Assim, o blog obteve a informação de a Petrobras já desativou duas sondas próprias, P-10 e P-23, que já pararam seus trabalhos. A sondas P-16 e P-17 estão "encerrando os poços" e serão logo após "hibernadas". A sonda P-12 também estaria sendo parada e seguirá em seguida para o estaleiro. O pessoal da Petrobras que trabalha nestas será remanejado para outro trabalho.

O quadro geral previsto, segundo matéria de ontem, da agência Reuters, indica que no mundo cerca de 100 plataformas serão retiradas do mercado, para evitar que tenham os valores de seus contratos, ainda mais reduzidos pelas petroleiras contratantes.

Das cem, 40 já foram desativadas, outras 60 ainda estão sendo "desmobilizadas", diferente de "hibernada", que ficam paradas ou ancoradas, mas mantidas, para voltar a ser mais rapidamente operadas, conforme demandas e contratos.

Perceba como se trata de uma atividade globalizada, onde as corporações globais tomam suas decisões tendo como referência o mundo e não uma ou outra nação.

Quem conhece o setor diz que existiria no mundo, um total de 350 sondas de perfuração de petróleo offshore. Por conta da crise o valor do aluguel desta sondas caiu mais que 50% nos últimos dezoito meses.

Uma sonda para trabalho em águas profundas que em 2013 chegou a ser alugada por US$ 700 mil por dia e uma semi-submersível (SS) a US$ 600 mil por dia.

Pois bem, a Reuters informou da Noruega, que na semana passada, uma empresa daquele país, alugou da Transocean Offshore (empresa bem conhecida por prestar serviços no Brasil) uma sonda semi-submersível, a uma taxa diária de US$ 179 mil. Uma sonda que antes estava alugado a US$ 373 mil.

Já vimos aqui no blog informações sobre interrupção de atividades de perfuração e produção que afeta também contratos das empresas de apoio, que prestam serviços ao setor de petróleo e gás. Como se vê, nestes diversos dados e indicadores, o quadro é mundial. Poucas corporações deste mercado têm a expectativa que o quadro se altere para 2016. Talvez 2017.

Menos perfurações significam retomadas de produção mais lenta no futuro. Nesta linha, as petroleiras, como a Petrobras, que possui mais ativos mapeados e com alta produtividade, como a dos poços e campos da reservas do pré-sal, tenderão a levar enorme vantagem adiante.

Não é por outro motivo que surge dia a dia, mais e mais pressões, para aproveitar este momento de crise econômica e política, para que as corporações privadas do setor consigam ter acesso a estes ativos no pré-sal brasileiro.

Conhecer e aprofundar as informações desta realidade, é a uma das formas de ter mais condições para interpretar a situação e compreender, o que de mais valioso, está em jogo no enfrentamento da conjuntura atual na política brasileira. A conferir!

14 comentários:

Anônimo disse...

A mudança do regime d concessao para o de partilha atrasou tudo, passou da hora boa, enquanto o preço do barril era atrativo. Até agora o Brasil não ganhou nada com a mudança . Agora, nem a Petrobras tem condições de continuar com as perfurações. Se ainda fosse o regime de concessão, a fase de perfuração já poderia estar adiantada e alguns poços já produzindo. Perdeu, mais uma vez, o bonde

Roberto Moraes disse...

Há que ter muita paciência com os mesmos repetindo sempre os mesmos argumentos.

Oh meu caro, esta postagem mostra com dados, assim como outras, sobre o mesmo tema. O problema com a desativação das sondas é mundial.

No caso específico das sondas offehore é evidente que o peso que isto tem no Brasil, pelo fato da nossa exploração se dar quase totalmente no mar.

Somos uma das principais fronteiras de exploração offshore de petróleo do mundo, acompanhado menos de longe, apenas pelos campos do Golfo do México e do Mar do Morte, na Noruega, Holanda e Escócia. Assim é natural que um número maior seja aqui desativada, num momento que as petroleiras no mundo inteiro estão reduzindo atividades tanto de perfuração quanto seus efetivos.

Proporcionalmente, temos muito menos demissões que em outras regiões produtoras offshore do mundo, que sofrem com o baixo preço do baril de petróleo.

Mesmo a desativação das sondas totais é muito maior, considerando que as sondas de perfuração não são apenas do tipo offshore para atuação no mar. Só nos EUA mais de 600 sondas onshore (cerca de 1/3) foram desativadas, a despeito da prospecção para óleo e gás de xisto (shale gas).

Isto nada tem a ver com o modelo de partilha para o filé mignon do pré-sal, em relação ao modelo anterior de concessão, mais adequado para áreas onde o potencial para se achar óleo é menor, e assim, o risco do investimento muito maior.

O que se está pretendendo como disse na nota, é aproveitar a crise política para acessar esta reserva do pré-sal, onde a diretora de exploração disse há poucos dias que o custo de produção, mesmo com o pagamento das participações governamentais (royalties), só deixando de fora, o serviço d dívida destes investimentos, chega ao extraordinário valor de US$ 8 por barril.

É esta moleza de ativos pronto para ser acessado que esta turma quer entregar de bandeja para petroleiras estrangeiras, depois da Petrobras ter feito a parte mais pesada de prospecção geral da área onde estão as reservas que podem nos colocar entre os 3 maiores reservas de petróleo do mundo.

Dar de graça o pré-sal é entreguismo que não leva em conta a população. É o que fez Serra prometer à petroleira americana Chevron, em entregar campos e poços para eles explorarem aqui livremente, como se nós fossemos um quintal.

È assim que se vê que golpistas e entreguistas são irmão siameses.

Giancarlo Silva Dias disse...

Vários empregados sendo desligados hoje em Macaé. Se o cenário não mudar em 2016, muito mais ficarão sem exercer sua profissão, tendo q adequar sua vida a outra atividade. Muito triste essa situação...

Anônimo disse...

Prezado Roberto,

Fiz o comentário analisando de forma isenta de política.
Particularmente, acho que o Brasil deve explorar o Petróleo, toda a população se beneficiaria disso. E acho mais, acho que o petróleo, inclusive o pré-sal, deve ser explorado mesmo que fosse dar prejuízo, ou seja, mesmo que o custo de produção seja maior do que o preço do barril no mercado internacional. Trata-se de um setor estratégico

Mas acho que não havia necessidade de mudança do regime de concessão para o de partilha. No regime de concessão o desenvolvimento da exploração seguia, e seguia bem, inclusive a descoberta do pré-sal ocorreu nesse regime.

A mudança do regime paralisou tudo. E agora que a Petrobras está sem condições de participar com 30% em tudo, como fica?

O Brasil está perdendo tempo, gerações continuarão a não usufruir do petróleo que o Brasil tem.
E, pelo que sei, mesmo no regime de concessão, se for do interesse da Nação, pode-se impedir que toda a produção seja exportada.

Roberto Moraes disse...

Ao Giancarlo há que se lamentar pelo desligamento dos terceirizados. Há que se lutar e acompanhar os direitos pelos organismos que o representam e lutar para que novos espaços sejam abertos. O valor atual do petróleo que hoje parece ter descido ainda mais vai reduzindo as atividades de todos os segmentos que atuam nesta cadeia produtiva mundo afora.

Roberto Moraes disse...

Ao outro comentarista, respeitando seu ponto de vista, mas novamente discordando, lhe digo que não há como separar o setor energético e de óleo e gás da política, ou da geopolítica, caso queira, em nenhum lugar do mundo. Quem o faz cai num engôdo de interpretação. Os valores que o o setor movimenta e a relação direta com força e poder, além de serem obrigadas a tratar das regulações com os estados nacionais, obrigatoriamente remete o setor às questões de poder e política. Negar isto é se auto-enganar.

No sistema capitalista em que vivemos é um sonho, ou um outro equívoco imaginar que se deve produzir mesmo a custos de produção maior do que o de mercado.

Diferentemente de quando vivemos isto na década de 70, quando os governos militares corretamente sustentaram o avanço das explorações e produção na Bacia de Campos, se justificava pelo cenário que apontava um futuro de valorização sem igual do petróleo como vimos adiante, porém, mais especialmente, por conta da necessidade de constituir tecnologias da exploração offshore em águas profundas e outras que precisávamos dominar. Hoje, já dominamos o básico e seguimos avançando em inovações tecnológicas para o setor. Assim, maior endividamento para produzir por menos, não é apenas um equívoco é um erro.

Quanto aos regimes a discussão é grande e já foi travada em vários fóruns com posições e artigos de qualidade. Entendo que não cabe voltar aos mesmos. Com raras exceções a defesa pelo regime de concessão par ao pré-sal, hoje acabou sustentada, na maioria das vezes, pelos que possuem uma compreensão equivocada da geopolítica que envolve o setor, ou pretende separar a política da questão. Ou ainda pelos entreguistas de sempre, ou pelos neo-entreguistas, outrora sociais-democratas.

Em resumo, no regime de concessão, a petrolífera que explora o campo é dona e paga impostos . No regime de partilha a petrolífera que explora o campo terá posse só da sua parcela (definida em lei), o restante pe do Estado e no nosso caso foi destinado ao Fundo Soberano para Educação e Saúde. Além disso, a empresa também paga tributos sobre sua parcela. O fato se justifica especialmente, por conta da área já ter sido considerada como de altíssima potencialidade por conta da jazidas mapeadas, como é o caso do pré-sal, além do esforço inicial de investimentos para descoberta da potencialidade geral da área. Neste sentido, a o regime de concessão para o pré-sal favorece (eu digo entrega) todos os benefícios para as petrolíferas abandonando os interesses do Estado e da sociedade. Fugindo inclusive ao conceito do capitalismo que defende o lucro no empreendimento, por conta do risco que o capital investido teria. O que no caso do pré-sal não existe. Risco de explorar numa área em que só um poço produz diariamente 50 mil barris de boe?

Evidente que o IBP (que representa s petrolíferas privadas) defende o contrário para atender às empresas que compõem o instituto. Eles não falam em nome do povo. Evidente ainda reconhecer, igualmente, o rechaço à política de conteúdo nacional, alegando que assim os projetos ficam mais vagarosos, etc., mas sem querer saber que foi assim que a Noruega, um pequeno país chegou a ser o que é hoje em termos de prestação de serviços de engenharia ligados ao setor de petróleo no mundo. No Brasil, em termos de empresas estrangeiras que atuam no setor, só fica atrás dos EUA e na frente de uma lista de outras quase 30 nações que têm empresas atuando no setor de óleo no território nacional.

É disto que falo, baseado especialmente em dados e indicadores levantados em uma extensa pesquisa que ainda desenvolvo. Não se trata de achismo. Ainda assim, respeito as opiniões contrárias, mais ou menos embasada. Ou mesmo por posição ideológica, que neste caso tem sido maioria. Porém, em situações como esta faço forte enfrentamento de ideias para mostrar a iniquidade e insustentabilidade desta posição, se estivermos falando do interesse nacional e não específicos de grupos e corporações.

Fernando Andrade Elias disse...

Prezado Roberto
Muito esclarecedor seus comentários.
A Petrobras e o orgulho dessa nação.

Anônimo disse...

No regime de concessão a situação da indústria do petróleo no Brasil não estaria tão agravada, pois não se dependeria apenas da situação financeira da Petrobras para esse setor funcionar.
Agora, todos ficam a reboque da Petrobras. Com um único player, o setor se tornou um cartório. É o cartório, além de ineficiente, está quebrado.

Roberto Moraes disse...

Desculpe, mas este argumento não se sustenta num momento em que todas as petroleiras, no mundo inteiro suspendem investimentos. Só nos EUA entre 600 e 1000 sondas (dados desta semana) tiveram suas atividades interrompidas.

Entregar agora na baixa as nossas reservas (especialmente do pré-sal) é crime de lesa-pátria.

A retomada, mesmo que se dê num prazo de tempo mais longo trará inúmeras vantagens.

Anônimo disse...

E bota longo prazo nisso. No mínimo duas décadas. Duas décadas perdidas na exploração do petróleo. O petróleo continuará lá, debaixo do fundo do mar, onde ele não vale nada. Só tem valor quando extraído. É o Brasil, subdesenvolvido, continuando dependente de importações.

Roberto Moraes disse...

Sim, a turma do Serra quer pagar a promessa que fez à petroleira alemã Chevron e entregar uma parte para ela. O caso foi flagrado pelo Wikileaks e é hoje conhecido em todo o mundo.

Sim, o petróleo está no fundo do mar e no caso do pré-sal só foi descoberto por decisão política do governo que apostou na visão da técnica da geologia que aponta para um cenário do Brasil não dependente.

Durante o crescimento econômico do país a demanda cresceu mais do que antes esperado, ainda assim, a diferença total entre boe produzido e consumido são muito próximos, a diferença é no tipo do petróleo que comporta no processamento das atuais refinarias.

É fato que Serra e os tuscanos esperavam deixar a descoberta e estas reservas para os gringos. Como já falado na nota, hoje, o custo de extração no pré-sal está em inimagináveis US$ 8 por barril, incluindo os royalties, só deixando de fora os gastos com infraestrutura de escoamento (que vai na cadeia além da extração) e também do custo da dívida que vai redundar no redundar chamado "break even".

O tamanho das reservas do pré-sal é muito maior que o que hoje se considera como "provadas". Poços produzindo 50, 40 mil e mais de 30 mil mostram a pujança dos campos que faz a Shell cancelar projetos em todo o mundo e bancar por aqui.

E o que se quer entregar mais e mais e ainda cortar a política de conteúdo nacional que faz hoje com que a Noruega seja o segundo país, em sede de empresas de serviços da cadeia de petróleo, hoje atuando no Brasil, ao desenvolver sua engenharia e suas empresas, a partir de suas próprias demandas na exploração do seu litoral no Mar do Norte.

Repetem a cantilena que o ignóbil Carlos Sardemberg vomita na Globo e CBN, imaginando que todo desconhecem o assunto. O interesse é só com especulação de ações quando muito. A nação nada importa.

O modelo que o Brasil hoje vive, em meio a erros e acertos, não tem porque ser alterado.

É cretino e crime nesta época de barril a US$ 37 querer vender ativos. O capitalismo que tanto defende impõe ciclos e não há porque atender aos capitalistas que nestes momentos de baixa querem é faturar para quem entra no desespero.

Um estudioso do capitalismo, em defesa até do próprio regime dizia que era necessário salvar o capitalismo dos capitalistas.

Não se trata do prêmio Nobel, Stiglittz que vem condenando as desigualdades que poderá levar o capitalismo, qual alguns capitalistas defendem a um entrave e até a volta da barbárie.

Roberto Moraes disse...

Acionistas ligados ao modelo de entrega dos tucanos não querem debater o modelo querem apenas fazer e defender seus negócios.

Assim, podem continuar a pagar a mídia privada para aprovar no Congresso Nacional toda a entrega do petróleo para os americanos.

Fácil assim. Vão lá e aprovam, isto não dependerá do Executivo.

Ao invés disto, querem o golpe, porque não conseguem aprovar a entrega. FHC quebrou o monopólio, dividiu a empresa em Unidades de Negócio preparando para vender a empresa esquartejada, antes de se descobrir o pré-sal, que já era uma hipótese, de uma bacia abaixo das bacias de Campos e Santos, mas não conseguiram.


Entendo que sejam contra quem resiste a esta entrega, mas isto não me impede de chamá-lo de entreguistas, que não por outro motivo, são os mesmos golpistas.

Alguns ajustes serão feitos, a conjuntura está exigindo que todas petrolíferas o façam, incluindo as estatais como a eficiente Statoil. Porém, isto está longe do que os entreguistas querem.

O mesmo de sempre (deve ser o tal sonegador do ferro velho sic) defende sempre as mesmas coisas. Faça, o seguinte continuem fazendo negócios com a mídia comercial para ver se conseguem convencer o Congresso Nacional a entregar nossas reservas.

Klai Ferreira disse...

Caro Roberto, por mais esforço que faça, fica nítido o seu partidarismo pró-PT. Esses que o senhor defende e que SE dizem "defensores" da Petrobrás, são os mesmos que não respeitaram os 60 anos da empresa e de seus funcionários e criaram a maior rede de corrupção do globo terrestre. Esses são os verdadeiros entreguistas. Entregam a grana no hotel, no triplex, na shopping, onde o político solicitar.
Não desejam acabar com a OBRIGATORIEDADE da Petrobras de participar de 30%, não por que defendem os interesses da nação, pelo contrário, defendem interesses próprios e partidários.
Para a população, para os investidores, para o mercado, para a Petrobrás e para a sustentabilidade o melhor é retirar essa obrigatoriedade. A empresa tem todos os campos mapeados e quando quiser participar de alguma que vá da lucro com poucos riscos, entraria. Claro que todos os trabalhos tem riscos, não é por que já descobriu o campo que os riscos são Zero. Há riscos de todas as naturezas, inclusive de não ter óleo, vejam o caso da OGX.
Enfim o PT e seus aliados acabaram com a maior empresa brasileira, com a Previdência dos petroleiros, causando a demissão de centenas de milhares de trabalhadores e o nosso sindicato (Sindpetro-NF) continua apoiando esse partido e esses políticos corruptos. Agora encontro seu blog, que parece de uma pessoa de bem e esclarecida, fazendo o mesmo.
O melhor para o Brasil e para os brasileiros é o regime de concessão, com preferência para a Petrobras participar dos poços que julgar vantajosos.

Roberto Moraes disse...

Mais do mesmo, exatamente do que jeito que se lê em O Globo e Veja.

A repetição do mesmo esquema mental. Os desvios e os rombos têm que ser apurados e os seus responsáveis de antes e os mais recentes severamente punidos.

Isto é uma coisa a outra é entregar a "joia da coroa".

Não dá para dissociar estas opiniões dos dados reais e das questões das geopolíticas que o setor de petróleo está envolvido.

Sobre o primeiro:
http://www.robertomoraes.com.br/2016/06/parente-o-estripador-prepara-entrega.html

http://www.robertomoraes.com.br/2016/06/parente-o-estripador-prepara-entrega.html

É seu direito seguir com as opiniões de O Globo e Veja.