domingo, junho 09, 2013

Mais sobre o aeromóvel

O arquiteto e urbanista Renato Siqueira enviou ao blog a matéria sobre a tecnologia do aeromóvel publicada na última edição da revista do Crea-RJ. Por coincidência, o blogueiro tinha acabado de ler a mesma. É oportuno dizer que sua autoria é do engenheiro Fernando MacDowell defensor da tecnologia e autor do projeto de instalação em Campos e em Nova Iguaçu.

Renato Siqueira junto do arquivo enviou o comentário abaixo:

"Roberto e Fernando, boa tarde.

Para enriquecer o recente debate em Campos, sobre as alternativas de transporte público, encaminho artigo veiculado na Revista do CREA, páginas 28 à 31, anexo, sobre o AEROMÓVEL - ressalta-se, tecnologia nacional, com maior viabilidade, se comparado aos meios variáveis: BRT, VLT, METRÔ, MONOTRILHO, etc. 

Óbvio que todo o processo dessa envergadura deve ser discutido com a sociedade, inclusive com apresentação de POTs e Estudos de Impacto de Vizinhança, eixos viários, etc., não "encomendados", mas sérios e consequentes. O fato é que já temos sérios problemas de mobilidade urbana e, uma decisão tem que ser adotada, em sociedade.
Abç.,
Renato César Arêas Siqueira
arquiteto e urbanista."

Renato enviou junto um outro link sobre o assunto:

"Encontrei essa entrevista, de 2012, com um candidato à prefeitura de Goiânia, onde em um dos trechos debatia sobre alternativas do sistema de transporte público e, apontava o Aeromóvel como o mais viável. Abç, Renato."

http://www.jornalopcao.com.br/posts/entrevista/o-aeromovel-e-a-melhor-das-solucoes-para-o-transporte-publico-em-goiania#.UbSpG57sMM4.email

PS.: Para ler a matéria clique sobre a imagem das páginas abaixo:





9 comentários:

Gustavo Alejandro disse...

No projeto do Aeromóvel de Canoas/RS, a prefeitura dessa cidade encomendou em abril de 2012 um estudo de viabilidade do projeto, que só finalizou meses depois.

Já foi efetuado esse estudo para a implantação do projeto aqui em Campos?


Por outro lado, o percurso que foi traçado (28 de março - antiga linha RFFA)parece ter sido escolhido mais pela ausência de prédios no caminho do que pela conveniência de mobilidade dos usuários.

Também existe algum estudo sobre a conveniência do trajeto previsto?

Outro dado que a Prefeitura não revela (entre muitíssimos) é qual será o futuro da ciclovia da 28 de Março.

Finalmente (e desculpe insistir, Roberto) um projeto de transporte que funcione em via única, é adequado para levar um grande número de pessoas em ambas direções com uma frequência curta entre formações? E o Aeromóvel já tem antecedentes que possa funcionar nessa modalidade ida-e-volta?

Vamos começar a instalar as colunas de concreto por cima da ciclovia sem ter respondido essas questões?

Roberto Moraes disse...

Caro Gustavo,

Considero estas suas perguntas e exigências pertinentes, assim como, as do Renato.

Já havia comentado e você relembrou que o estudo de viabilidade de Canoas, foi acompanhado de um grande debate na comunidade, antes de ser apresentado no edital.

Por aqui se escondeu até a existência do mesmo. Este blog foi o único a informar por meses da existência do mesmo, falando sozinho por meses, sem que, nem o governo, nem a mídia corporativa local e nem mesmo entidades da sociedade se interessassem pelo debate.

Até onde já conheci do projeto, a ciclovia será suprimida, porque não haverá como conjugá-las com as colunas de sustentação da via suspensa.

Quanto a direção, até onde eu já entendi do projeto local e da tecnologia, a via será única, a possibilidade de usar o transporte em duas direções, é a utilização de estações que permita esta mobilidade. O veículo manobrado numa estação maior de integração pode liberar um veículo em uma direção, por exemplo, junto ao pátio da FCA (antiga RFFSA), enquanto outro segue na direção contrária.

É inaceitável que não haja uma apresentação formal do projeto local, ouvindo técnicos, pesquisadores do assunto, representantes das comunidades locais interessadas no projeto.

Anônimo disse...

O povo do caBRUNCO AQUI TEM EDUCAÇÃO PRA ANDAR NESSE TREIN?

Anônimo disse...

ROBERTO,

Para mim não faz sentido escolher um outro meio de transporte, não sendo o mesmo que a Macae tem. Como interligar Macae e Campos no futuro com dois sistemas diferentes?

Roberto Moraes disse...

Tanto o aeromóvel, quanto o VLT são para transporte urbano e não entre cidades que distam 100 quilômetros uma da outra.

Entre Campos e Macaé a alternativa seria o trem.

Marcos Valerio disse...

Na revista do CREA (também recebo) o assunto continua com a mesma interroagação: A falta de outras experiências com uma distância percorrida e demanda igual ou maior que a de Campos. Por outro lado gostaria de trazer a discurssão da viabilidade de outros trajetos até porque o desenvolvimento urbano da cidade tem a tendencia de se verticalizar, no entanto estamos em uma planicie e o crescimento urbano seria muito mais interessante sendo horizontalizado, então porque não descentralizar da 28 de março e utilizar a beira rio, Av Rio Branco (sobre o valão), Presidente Kennedy,Artur Bernardes, Alair Ferreira até Goytacazes; utilizando pontos estratégicos para daí ser a integração com ônibus, vans e outros?
Problemas também haverão nestes traçados, nada que a engenharia deixe de resolver, e diminuiria a centralização tal qual é hoje, afinal a cidade não deve ser pensada para hoje e sim para os próximos 300 anos. Que as próximas gerações tenham honra de nós!

Renato C. A. Siqueira disse...

Roberto,

como podemos iniciar uma petição pública, via internet, para apresentarmos ao Ministério Público, com o sentido de obrigar a Prefeitura à apresentar o projeto do aeromóvel, via Audiência Pública, devido ao impacto urbanístico e econômico?

Roberto Moraes disse...

Caro Renato,

No link abaixo é possível criar esta petição:

http://www.peticaopublica.com.br/

Se quiser fazê-lo avise ao blog que ajudaremos a divulgar.

Abs.

Anônimo disse...

Desapropriaram imóveis sem que a população saiba exatamente como vai ser a coisa.

Ou seja, os proprietários dos imóveis desapropriados podem ficar anos sem uma definição do que será; e mesmo o se vai sair alguma coisa.